*"TRABALHOS ACADÊMICOS E ESCOLARES"* Estamos aqui para dar suporte a universitários e alunos. Corrigimos trabalhos acadêmicos e escolares:ARTIGO, DISSERTAÇÃO, MONOGRAFIA, PESQUISAS ESCOLARES, PROJETOS DE PESQUISAS, REDAÇÕES, TCC, TESES, etc. Seguimos os templates e as Normas da ABNT. Prof. Amélio e Magda. Faça seu pedido pelo e-mail: magdapcabral@gmail.com Ou pelo contato (31)98603-5430 / 99260-3572
domingo, 29 de janeiro de 2017
AVENTURAS NA HISTÓRIA
Index: Os livros proibidos pela Igreja
Leitores e autores de mais de 4 mil títulos foram perseguidos
Tentativas de controlar a informação aparecem na História desde a Antiguidade. Na Grécia e em Roma, políticos e sacerdotes se preocupavam com o que a população deveria ou não pensar. Sócrates, no século 4 a.C., foi obrigado a tomar cicuta, entre outros motivos, por "corromper a juventude" ao defender ideias como atribuir ao reconhecimento da ignorância a base da sabedoria.
Na era cristã, a seleção dos evangelhos que entrariam na Bíblia já demonstra o esforço da Igreja em moldar a doutrina. Os concílios de Niceia e Roma, no século 4, foram decisivos, assim como decretos papais posteriores. Textos como o Evangelho de Tomé (hoje tido por muitos especialistas como o mais antigo) e o de Judas passaram a ser considerados apócrifos. "A decisão sobre o que seria incluído ou não era política", diz André Barroso, professor de História da Religião e Filosofia da Unicamp. "O Evangelho de João, por exemplo, quase ficou de fora. Mas como seria muito estranho colocar as Cartas de João (que os padres aprovavam) e não reconhecer seu evangelho, ele acabou passando." A própria Bíblia menciona o expurgo de publicações. O Atos dos Apóstolos (19:19) cita uma fogueira de livros de "magia", trazidos por cristãos recém-convertidos, avaliados em "50 mil peças de prata". Um decreto do papa Gelásio I do fim do século 5 é tido como uma espécie de precursor do Index.⇨
Decadência
Entre os séculos 18 e 19, os regimes absolutistas perdem terreno na Europa, na esteira da Revolução Francesa. Diante do Iluminismo, a Igreja também enfrenta resistência. Autores como David Hume e Denis Diderot são vetados, mas, na prática, o Vaticano perde poder para impor a censura. Em 1917, a Congregação do Índex é incorporada ao Santo Ofício. Lá, a lista permaneceu até 1965, quando após nova mudança de nome, nasce a Congregação para a Doutrina da Fé.
Entre os séculos 18 e 19, os regimes absolutistas perdem terreno na Europa, na esteira da Revolução Francesa. Diante do Iluminismo, a Igreja também enfrenta resistência. Autores como David Hume e Denis Diderot são vetados, mas, na prática, o Vaticano perde poder para impor a censura. Em 1917, a Congregação do Índex é incorporada ao Santo Ofício. Lá, a lista permaneceu até 1965, quando após nova mudança de nome, nasce a Congregação para a Doutrina da Fé.
No ano seguinte, o Index foi extinto - já não era atualizado desde 1948. A última edição alcançou 4 mil títulos. "A Igreja não fez uma retratação. Ela reconheceu que o mundo mudou", afirma André Barroso. Ou seja, tais livros ainda são "perigosos", mas a legislação canônica não trata mais do tema. Autoridades do clero ainda hoje podem emitir um admonitum, advertência sobre os riscos de determinada obra (seja qual for a mídia). Foi o que aconteceu quando Dan Brown lançou o Código Da Vinci, em 2003, ficção que atacava a Opus Dei.
Se a Igreja Católica deixou de listar títulos indesejados, nem de longe isso significa o fim da censura. A perseguição pode ser comum em outras religiões - Salman Ruhsdie passou a ser ameaçado de morte por fundamentalistas islâmicos depois de publicar Os Versos Satânicos, em 1989 - e mesmo governos democráticos usam brechas legais para conter informações indesejadas. Sem mencionar a pressão política e financeira. De qualquer forma, na era da internet, é tarefa cada vez mais difícil controlar a informação.
⇨ Por vários séculos, porém, a Igreja não precisou formalizar as proibições. Na Idade Média, a maioria da população era analfabeta, e os livros, raríssimos. Os exemplares eram reproduzidos a mão por monges. O latim, língua exclusiva às obras até o século 16, era dominado apenas por clérigos e um ou outro nobre. A partir da prensa de Johannes Gutenberg, porém, a coisa muda de figura. Não por acaso, o primeiro livro que ele imprimiu foi a Bíblia (em latim), em 1455. Em pouco tempo, a capacidade das prensas era de 3,6 mil páginas impressas por dia. Muito mais do que permitiam técnicas anteriores ou as mãos calejadas dos monges copistas. A novidade se espalhou com rapidez e, em 1500, os equipamentos da Europa Ocidental já produziam mais de 20 milhões de exemplares.
A oferta (que já não se limitava ao latim) alimentava a procura. E disparou o sinal amarelo dos governos constituídos, que passaram a regulamentar a atividade das gráficas. Na Londres de meados do século 16, o trabalho de impressão foi restrito a duas universidades e às 21 prensas já existentes na cidade. Na França, em 1546, o gráfico Etienne Dolet foi queimado, acusado de disseminar o ateísmo.⇨
A oferta (que já não se limitava ao latim) alimentava a procura. E disparou o sinal amarelo dos governos constituídos, que passaram a regulamentar a atividade das gráficas. Na Londres de meados do século 16, o trabalho de impressão foi restrito a duas universidades e às 21 prensas já existentes na cidade. Na França, em 1546, o gráfico Etienne Dolet foi queimado, acusado de disseminar o ateísmo.⇨
A portas fechadas
Como eram avaliadas as obras
Longe dos olhos do público, os membros do clero tinham debates acalorados sobre o que deveria ou não ser incluído no Index. O trabalho começava com uma denúncia: os católicos podiam sugerir livros que achassem "perigosos". Dois consultores eram nomeados para analisar cada obra. Suas conclusões eram então apresentadas aos cardeais da Congregação do Índex, em seus três ou quatro encontros anuais. Um relatório da discussão era produzido e submetido à aprovação do papa. Pesquisadores que tiveram acesso a esses relatórios, abertos pelo Vaticano nos anos 1990, estimam que o número de livros denunciados e investigados pela Igreja era pelo menos o dobro dos que efetivamente foram proibidos. O Mein Kampf, de Adolf Hitler, analisado por três anos, acabou "inocentado".
Como eram avaliadas as obras
Longe dos olhos do público, os membros do clero tinham debates acalorados sobre o que deveria ou não ser incluído no Index. O trabalho começava com uma denúncia: os católicos podiam sugerir livros que achassem "perigosos". Dois consultores eram nomeados para analisar cada obra. Suas conclusões eram então apresentadas aos cardeais da Congregação do Índex, em seus três ou quatro encontros anuais. Um relatório da discussão era produzido e submetido à aprovação do papa. Pesquisadores que tiveram acesso a esses relatórios, abertos pelo Vaticano nos anos 1990, estimam que o número de livros denunciados e investigados pela Igreja era pelo menos o dobro dos que efetivamente foram proibidos. O Mein Kampf, de Adolf Hitler, analisado por três anos, acabou "inocentado".
⇨ Com a Reforma protestante, iniciada por Martinho Lutero, em 1517, a Igreja é posta em xeque. Teólogo respeitado, quando abandona o catolicismo, Lutero traz consigo quase todo o clero da Alemanha. Para que a manobra desse certo, porém, era preciso mobilizar a população a seu favor. Assim, ele traduz a Bíblia para o alemão e converte a edição das Escrituras em idiomas locais numa bandeira protestante. As versões ajudaram a alfabetizar muitos fiéis. Antes disso, nem o baixo clero tinha acesso aos textos sagrados. "Era o que a Igreja temia: que novos cismas pudessem acontecer no seio da religião", diz André. É no contexto da Contra-Reforma, portanto, que surge o primeiro Index Librorum Prohibitorum. Em 1559, o papa Paulo IV vetou cerca de 550 obras e seus autores. Listas do tipo já haviam aparecido nos Países Baixos, em Veneza e em Paris, mas foi mesmo com o Index que a censura deslanchou. Até para os católicos, porém, o primeiro índice foi considerado muito restritivo. Uma nova versão, o Index Tridentino (mais liberal), foi lançada em 1564. Essa relação foi a base para as futuras edições até 1897, quando Leão XIII definiu o Index Leonino. Cada papa podia "emendar" a lista, mas as citadas acima tiveram maior destaque.
O primeiro alvo dos vetos, claro, foram Lutero e outros teólogos protestantes. A partir de 1571, foi criada a Sagrada Congregação do Índex, encarregada de avaliar os livros denunciados em Roma. Além de proibir autores, a comissão sugeria correções para certas obras, que poderiam ser publicadas se ajustadas. Nietzsche e vários autores ateus acabaram de fora da relação: desde o Index Tridentino, obras notadamente heréticas, que contrariavam o dogma católico, eram proibidas por definição, sem necessidade de reafirmar isso na lista.
A Igreja adotou ainda uma forma de censura prévia: o imprimatur. Quem quisesse ter o aval da instituição podia submeter seus livros ao bispo, que recomendava (ou não) a publicação, na íntegra ou com alterações. Na primeira página ou na capa, vinha o selo de imprimatur (do latim, "imprima-se"). Mecanismo similar foi utilizado por outras igrejas, como a Anglicana. Isaac Newton, por exemplo, teve de pedir autorização ao arcebispo de Canterbury para publicar seus Princípios da Matemática.
Nos primeiros séculos de atuação, o Index e a inquisição se complementavam. Alguns processos admitiam direito de defesa. Outros corriam de forma sumária. Uma retratação pública, eventualmente, poderia evitar penas mais duras. Galileu recuou da defesa do heliocentrismo e escapou da morte. No século 19, esse deixou de ser um dogma, e as obras do italiano saíram do Index. Também a freira Faustina Kowalska, que escreveu sobre as visões que tivera de Jesus e Maria, foi reabilitada. Seu relato, proibido em 1959, permaneceu assim por 20 anos, mas acabou liberado... Ela foi canonizada em 2000.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
9 técnicas para lidar com as crises em Crianças com Autismo
Muitas crianças autistas não são agressivas, mas tantas outras têm colapsos e fazem birras incríveis quando são expostas a circunstâncias complicadas ou não conseguem o que querem. Elas não reagem desse jeito “só para dar trabalho”, mas porque não sabem como reagir. Com algumas técnicas simples, você conseguirá reduzir essas crises e melhorar o autocontrole da criança autista.
1. Pense na causa do colapso.
Um colapso acontece quando a criança autista não consegue mais lidar com algum fator estressante que tem sido contido de alguma forma, gerando uma crise de birra. O colapso costuma ser causado por frustrações também. Crianças autistas não fazem birra de propósito, mas porque algo as estressa. Essa é uma forma de expressarem que não conseguem lidar com a situação, estímulo ou alteração na rotina. Elas têm um ataque como recurso de comunicação, especialmente quando todas as outras tentativas não deram certo.
- A birra tem muitas faces. Ela pode ocorrer em forma de gritos, choros, a criança pode cobrir as orelhas com as mãos, se machucar propositalmente ou agressão.

2.Tente fazer a vida doméstica da criança mais confortável.
Já que as birras são causadas pelo acúmulo do estresse, criar um ambiente harmonioso e amigável pode minimizar tais fatores na vida dela.
- Desenvolva uma rotina para a criança sentir estabilidade. Fazer uma agenda com imagens pode ajudar a criança a visualizar e entender a rotina.
- Caso as mudanças sejam necessárias, prepare a criança para o que acontecerá com imagens e histórias sociais. Explique por que essas mudanças são necessárias, isso a ajudará a a entender o que está acontecendo e o que esperar. Assim, ela ficará mais calma quando as alterações ocorrerem.
- Permita que a criança se retire das situações estressantes quando for necessário.
3.Ensine-a técnicas para lidar com o estresse.
Algumas crianças autistas simplesmente não sabem como lidar com suas emoções e podem precisar de uma mãozinha extra. Parabenize-a quando ela mostrar que está usando as técnicas corretamente.
- Crie alternativas para determinados fatores estressantes (som muito alto, lugares muito cheios, etc.).
- Ensine técnicas para se acalmar: respirar fundo, contar, se afastar, etc.
- Desenvolva um método para a criança conseguir comunicar que algo a está incomodando.
4.Perceba quando a criança está estressada e dê importância aos sentimentos dela.
Saber que as necessidades dela são normais e importantes como as de qualquer um é importante para ela se expressar adequadamente.
- “Seu rosto está todo tenso. O barulho está incomodando você? Posso falar para suas irmãs brincarem lá fora.”
- “Você parece irritado hoje. Quer me contar o que está lhe aborrecendo?”
5.Demonstre bons exemplos de comportamento.
A criança vê quando você está estressado e aprende a imitar o seu jeito de lidar com as coisas. Manter a calma, expressar seus sentimentos com clareza e tirar um momento para se acalmar ensinarão a criança a fazer o mesmo.
- Tente verbalizar suas decisões: “Estou aborrecido, vou parar um pouco e respirar fundo algumas vezes, depois eu volto”.
- Depois que você repetir um comportamento algumas vezes, a criança provavelmente tentará fazer o mesmo por conta própria.
6.Crie um ambiente calmo para a criança.
É importante reconhecer que ela pode ter dificuldades em processar e absorver muitos estímulos visuais, sons, odores e texturas. Todos esses fatores podem ser estressantes e sobrecarregá-la, gerando crises de birra. Sendo assim, um ambiente tranquilo pode ajudá-la a se acalmar.
- Ensine a criança a expressar que quer ir para o quarto da calma. Pode ser apontando para o cômodo, mostrando uma imagem que represente quarto, linguagem de sinais e pedir verbalmente.
7.Faça um registro dos colapsos.
Anotar cada vez que a criança tem um ataque pode ajudar a entender as razões para o comportamento dela. Tente responder as seguintes perguntas quando escrever sobre a próxima ocorrência:
- O que a chateou?(Talvez ela esteja segurando o estresse há horas).
- Quais sinais de estresse ela demonstra?
- Quando/Se você percebeu que ela estava aborrecida, o que fez? Deu certo?
- Como você poderia prevenir um colapso futuro?
8.Converse com a criança sobre agressões e mau comportamento.
Lembre-se, autismo não é uma desculpa para a criança ser agressiva e maldosa. Caso ele exiba esse comporamento, converse com a criança assim que ela se acalmar. Explique qual atitude específica é inaceitável e ofereça uma alternativa.
- “Não foi legal bater no seu irmão. Eu entendo que você esteja bravo, mas bater nas pessoas machuca e não é legal fazer isso. Quando estiver irritado, respire fundo por um tempo e conte para mim o que aconteceu. Você não pode sair batendo nas pessoas.”
9.Ligue para alguém responsável pela criança além de você durante uma crise.
Existem casos em que pessoas autistas foram traumatizadas ou assassinadas pela polícia. Caso a situação seja urgente, peça ajuda de outro responsável.
- Ligue para a polícia em casos extremos ou situações potencialmente perigosas para a saúde. Eles podem ser violentos com a criança, o que pode desencadear o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e piorar a situação.
Importância da Afetividade na Relação Professor-Aluno
![]() |
| Importância da Afetividade na Relação Professor-Aluno |
Resumo: Este artigo tem como tema Importância da Afetividade na relação professor-aluno. Onde será possível apontar oportunidades que educadores e futuros educadores poderão ter ao estudar e analisar a educação, a fim de poder em sua realidade educacional ser colaborador convicto de suas realizações através de suas ações. Teremos como base, teóricos que esclarecerão relações afetivas e colocarão este relacionamento como um desafio para os educadores, devendo estes agir de forma que expressem o seu interesse pelo crescimento dos alunos, assim, respeitando suas individualidades, criando um ambiente mais agradável e propício para a aprendizagem. As informações obtidas mostrarão que a aprendizagem depende muito do relacionamento afetivo que o professor tem com o aluno, pautado em respeito, autonomia, compreensão e carinho entre ambos.
Palavras-chave: Afetividade, Aprendizagem, Importância, Professor-aluno, Relação, Respeito.
Não deixe de ver:
1. Introdução
Este artigo tem como tema A importância da afetividade na relação professor- aluno e foi desenvolvido através de enfoque qualitativo e de caráter bibliográfico que pretende refletir sobre a afetividade como fator importante no relacionamento professor e aluno. Desenvolvendo análise sobre a interligação entre a aprendizagem e afetividade na formação da autoestima do educando. Além disso, discutir a postura do professor diante de dificuldade no relacionamento com os alunos.
Sendo assim, a escolha desse tema visa uma contribuição para fornecer maior discussão e interesse dos profissionais da educação, em especial os professores atuantes que acreditam no sucesso escolar, tendo como princípio básico a afetividade em sua relação educacional e, consequentemente contribuir para uma educação de qualidade. Também serão apresentadas sugestões consideradas ideais para que, a relação professor e aluno contribuem para o aprendizado e para a conquista da confiança do aluno através do relacionamento afetivo, pautando em respeito, autonomia, compreensão e carinho entre ambos.
Nesta perspectiva, procurou-se embasamento de teóricos que apresentam técnicas metodológicas de pesquisa de acordo com as diferentes posturas desenvolvidas por profissionais e especialistas deste âmbito da prática educacional ou, mais genericamente, ligados a relação afetiva entre professor e aluno e através destes esclarecimentos poderemos identificar os pontos, que possam estimular tanto o professor como o aluno a convivência de afetividade no processo educativo.
No entanto, serão apontados alguns fatores que levam a questionar se esta prática educativa vem realmente acontecendo de maneira satisfatória na educação. Muitas vezes, as relações entre sujeitos acabam por se contrapor, sejam por motivos econômicos, sociais, políticos ou ideológicos, demonstrando falhas no cotidiano escolar, bem como limitações quanto a aquisição do conhecimento no processo ensino-aprendizagem e propor alternativas que possam contribuir para a melhoria do relacionamento aqui trabalhado, numa perspectiva de aprendizagem significativa e satisfatória.
Visamos com esta pesquisa darmos alguns passos a respeito da relação afetiva no comportamento entre professor e aluno, e consequentemente, o desempenho do aluno no processo educacional, no qual acreditamos estar oferecendo subsídios reflexivos à temática investigada.
2. Reflexão acerca das relações afetivas entre professor e aluno
A afetividade está totalmente inserida no ambiente escolar e não é menos importante que a educação do corpo e da mente. Pois se sabe que as interações afetivas existentes entre professor e aluno são de suma importância para o desenvolvimento e construção do conhecimento. Para Piaget (1980), ”a vida afetiva e vida cognitiva são inseparáveis, embora distinta já que o ato de inteligência pressupõe uma regulação energética interna (interesse, esforço, felicidade, etc)”, o interesse e a relação afetiva entre a necessidade e o objeto susceptível de satisfazê-la. A relação da cognição e afetividade no contexto escolar está intimamente interligada ao desempenho escolar do educando.
Como afirma Maturana (1959, p.15):
“Vivemos em uma cultura que desvaloriza as emoções, e não vemos o entrelaçamento cotidiano entre a razão e a emoção, que constitui o viver humano, e não nos damos conta de que todo o sistema racional tem um fundamento emocional.”
A interação professor-aluno ultrapassa os limites profissionais e escolares, pois é uma relação que envolve sentimento e deixa marcas para toda vida. Percebe-se que a relação professor-aluno, deve sempre buscar a afetividade e a comunicação entre ambos, como base e forma de construção do conhecimento e do aspecto emocional.
O que se deve considerar é que o ato de ensinar e aprender são uma constante troca, onde se torna imprescindível que o professor seja acima de tudo um educador que enfrente desafios e possa encarar os problemas presentes na sua formação e, assim compreender que o conhecimento se processa através de valores que embasam e justificam a aprendizagem, nas relações interpessoais dos sujeitos envolvidos, no processo que o vivenciam em sala de aula.
Como enfaticamente afirma Cury (2003, p.97), que “[...] por trás de cada aluno arredio, de cada jovem agressivo, há uma criança que precisa de afeto”. A partir daí entende-se que, atualmente muitos alunos vêm de famílias desestruturadas, com falta de afeto, cabe ao professor procurar entender o que se passa no cotidiano deste aluno fora da escola, investigar e conhecer mais particularmente seu aluno ao longo de seu aprendizado, pois notas baixas poderão ser reflexos de uma vida afetiva problemática.
De acordo com Werneck (1999, p.61):
“Educar é difícil, é trabalhoso, exige dedicação, sobretudo aos que mais necessitam. Transferir problemas é fugir da verdadeira educação, é uma espécie de médico, que transfere o doente de hospital, lava as mãos e não se sente comprometido com o caso quando da morte do paciente, porque aconteceu em outro hospital e em outras mãos”.
Desse modo, a reflexão sobre a importância e o papel do professor e do seu relacionamento com o aluno, vai bem além, pois estamos diante de constantes mudanças, onde o “novo” sempre trás expectativas que muitas vezes são obscuras preocupam e deixam os profissionais perdidos. Do mesmo modo, possibilita que atentemos para os limites que envolvem os sujeitos distintos dentro de sala de aula, onde o aluno espere concretizar expectativas de aprendizagem e reciprocidade de carinho e compreensão.
O objetivo de enfrentar esse grande desafio, também inclui em vencermos os medos, que não são poucos, a fim de contribuirmos para um futuro melhor, onde devemos romper com antigos conceitos, através de críticas, criatividade, afetividade, ousadia e muito diálogo, para a construção de novas formas no presente, com vistas no futuro.
Dessa forma, é fator inevitável que o professor tenha consciência de que uma boa convivência com os alunos deve ser precedida de um bom diálogo. Ressaltando Freire (1980, p.23), “o diálogo é um encontro no qual a reflexão e a ação, inseparáveis daqueles que dialogam, orienta-se para o mundo que é preciso transformar e humanizar.” A ação do professor é imprescindível. É ele quem deve assumir o papel de mediador, e não de condutor, como é comum no âmbito educacional, entre a cultura elaborada e em processo de acumulação pela humanidade e pelo educando.
Mas é necessário encarar este desafio como uma utopia, como uma possibilidade de mudança, em que a busca e o diálogo estimulem a capacidade reflexiva e a construção de uma visão plural do conhecimento.
2.1 Fatores de implicação do relacionamento de afetividade entre discente e docente
A educação é a mais fantástica troca de conhecimento que há entre os seres humanos. A educação é encontrada em mundos diversos, pois em todos os lugares que formos certamente haverá alguma cultura para absorver e consequentemente apresentar a nossa cultura para outras pessoas.
O perfil da educação brasileira apresentou significativas mudanças nas ultimas décadas. O desempenho dos alunos remeteu-nos a necessidade de considerarem a formação do professor, como sendo requisito fundamental para a melhoria dos índices de aprovação, repetência e evasão do ensino.
Segundo Freire (1980, p.117):
“Somente uma outra maneira de agir e de pensar pode levar- nos a viver uma outra educação que não seja mais monopólio da instituição escolar e de seus professores, mas sim, uma atividade permanente, assumida por membros de cada comunidade e associada de todo as dimensões da vida cotidiana de seus membros”.
Assim sendo, cabe na concepção de educação o sentido de despertar o envolvimento desses membros no ensino aprendizagem, de forma que lhes possibilitem a ampliação de conhecimento, através dos quais poderão compreender e entender a importância do seu papel enquanto seres pensantes que fazem parte da construção desse processo e consequentemente consigam acompanhar os contextos de modernidade exigida pela sociedade atual, uma vez que, o desenvolvimento de uma sociedade retrata a capacidade que seus membros apresentem, os quais perpassam uma concepção de homem, desenvolvidos no discurso da história do pensamento que fundamentam as concepções de educação.
Para Vygotsky (1985), a educação não tem nada de externo ao desenvolvimento: “A escola é o lugar mesmo da psicologia, porque é o lugar das aprendizagens e da gênese das formações psíquicas”. E por isso que essa teoria pode eficientemente empregar para melhor compreender os fenômenos educativos, sobretudo seu papel no desenvolvimento para estimular pesquisas pedagógicas e para se tentar aplicações práticas.
Como afirma wallon (1985, p.130):
“Um professor realmente ciente das responsabilidades que lhes são confiadas deve tomar partidos dos problemas de sua época. Ele deve tomar partido não cegamente, mas a luz do que sua educação e sua instrução lhes permitam fazer. Ele deve tomar partido para conhecer verdadeiramente quais são as relações sociais, quais são os valores morais de sua época. Ele deve se engajar não somente com seu trabalho de escritórios, e não somente para a análise das situações econômicas ou sociais de seu tempo e de seu país; ele deve ser solidário com seus estudantes, aprendendo com eles quais são as suas condições de vida, por exemplo. Ele deve constantemente buscar novas ideias e modificar a si próprio para um contato permanente com uma realidade em evolução permanente, feito da existência de todos e que deve atender aos interesses de todos”.
As relações estabelecidas no contexto escolar tem se revelado cada dia mais difícil e conflitante a descrença de que a escola possa constituir-se num espaço de construção de conhecimento, de alegria de formação de pessoas consciente, participativas e solidárias tem se agravado. Os sentimentos em relação a ela tem sido de desilusão, desencanto e impotência diante dos inúmeros problemas cotidianos. Um deles refere-se às relações afetivas entre professor e alunos.
Na inabilidade de se lidar com os conflitos comuns ao convívio humano, ou seja, questão ligada à afetividade que integram a emoção, a paixão e o sentimento, presente em toda relação humana. Esses e outros problemas estão presentes no chão da escola, e superá-los implica um desafio de questão política, econômica, social e pedagógica.
A atitude do professor em sala de aula é importante para criar clima de atenção e concentração, sem que perca a alegria. As aulas tanto podem inibir o aluno, quanto fazer que atuem de maneira indisciplinada. Portanto, o papel do professor é o de mediador e facilitador, que interaja com os alunos na construção do saber. Esse clima poderá ser positivo, de apoio ao aluno quando o relacionamento é afetuoso, cordial.
Nesse caso, o aluno sente segurança, não teme as críticas e a censura do professor; seu nível de ansiedade se mantém baixo e ele pode trabalhar descontraído, criar, render mais intelectualmente. Porém, se aluno teme constantemente às criticas e a censura do professor, se o relacionamento entre eles é permeado de hostilidade e contraste, a atmosfera da sala de aula é negativa. Ser professor não constitui uma tarefa simples, ao contrario, é uma tarefa que requer amor e habilidade.
Como destaca Rodrigues (1997), ”o educador não é simplesmente aquele que transmite um tipo de saber para seus alunos; como um simples repassador de conhecimento”. O papel do educador é bem mais amplo, ultrapassando esta mera transmissão de conhecimento.
Procura-se, portanto, romper as diferenças de professor e aluno consagrados pela escola tradicional. Os papéis tradicionalistas desempenhados pelos professores: ensinar, transmitir e dominar; e pelo aluno: aprender, receber passivamente e obedecer, devem ser mudados. Só assim a escola poderá efetivamente atender a sua mais elevada finalidade: permitir o aluno a chegar ao conhecimento.
Nota-se que o fator afetivo é muito importante para o desenvolvimento e construção do conhecimento, pois por meio das relações afetivas o aluno se desenvolve, aprende e adquire mais confiança que ajudarão no seu no seu desempenho escolar.
3. Papel do Professor na Prática da Afetividade
O professor é o grande agente no processo educacional, assim afirma o Dr. Gabriel Chalita, autor do livro “Educação a solução está no afeto”. Ele diz: “A alma de qualquer instituição de ensino é o professor.” Por mais que se invista na equipagem das escolas, em laboratórios, bibliotecas anfiteatros, quadras esportivas, piscinas, campo de futebol, sem negar a importância de todo esse instrumental, tudo isso não se configura mais do que aspectos materiais se comparados ao papel e a importância do professor.
Em uma entrevista feita com o professor Gabriel Chalita pergunta-se: há quem afirma que o computador irá substituir o professor, e que nesta era em que a informação chega de muitas maneiras, o professor perdeu sua importância. Ele responde com serenidade. “O computador nunca substituirá o professor.” Por mais evoluída que seja a máquina, por mais que a robótica profetize evoluções fantásticas, há um dado que não pode ser desconsiderado: “a máquina reflete e não é capaz de dar afeto, de passar emoção, de vibrar com a conquista de cada aluno. Isso é um privilégio humano”.
Ele enfatiza ainda: pode-se ter todos os poemas, romances ou dados no computador, como há nos livros, pode haver a possibilidade de buscar informações pela internet, cruzar dados num toque de teclas, mas falta emoção humana, o olhar atento do professor, sua gesticulação, a fala, a interrupção, a construção coletiva do conhecimento, a interação com a dificuldade ou facilidade da aprendizagem.
Os temores de que a máquina possa vir a substituir o professor atinge somente àqueles que não têm verdadeiramente a vocação do magistério, os que são meros informadores desprovidos de emoção. Professor é muito mais que isso. Professor tem luz própria e caminha com pés próprios. Não é possível que ele pregue autonomia, sem ser autônomo, que fale de liberdade sem experimentar a conquista da independência que é o saber, que ele queira que seu aluno seja feliz sem demonstrar afeto. E para que possa transmitir afeto é preciso que sinta afeto. Ninguém dá o que não tem. O copo transborda quando está cheio, o mestre tem de transbordar afeto, cumplicidade, participação no sucesso, na conquista de seu educando, o mestre tem de ser o referencial, o líder, o interventor seguro, capaz de auxiliar o aluno em seus sonhos, seus projetos.
Para que o professor desempenhe com maestria a aula na matéria de sua especialidade, ele precisa conhecer as demais matérias, os temas transversais que devem perpassar todas elas e, acima de tudo conhecer o aluno. Tudo o que diz respeito ao aluno deve ser interesse do professor. Ninguém ama o que não conhece, e o aluno precisa ser amado! E o professor é capaz de fazer isso. Para quem teve uma formação rígida, é difícil expressar os sentimentos; há pessoas que não conseguem elogiar, que não consegue abraçar, que não consegue sorrir. O professor tem que quebrar essas barreiras e trabalhar suas limitações e as dos alunos. A grande responsabilidade para a construção de uma educação cidadã está na mão do professor. Por mais que o diretor ou coordenador pedagógico tenha boa intenção, nenhum projeto será eficiente se não for aceito, abraçado pelos professores porque é com eles que os alunos têm maior contato.
Nota-se que o papel do professor, esta muito além da simples transmissão de informações. Dentro de uma gestão democrática, ele participa da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento do ensino, isto é, decide solidariamente com a comunidade educativa o perfil de aluno que se quer formar, os objetivos a seguir, as metas a alcançar. E isso não apenas no tocante a sua matéria, mas toda a proposta pedagógica.
4. Subsidiar ações na promoção da efetividade entre professor e aluno.
A carreira de um professor engloba uma gama de deveres a serem cumpridos, é necessário então, que o mesmo perceba a importância de se preocupar com a qualidade de sua docência. Para que isso aconteça, o professor deve se autoavaliar em todos os dias de seu trabalho, tendo em vista o controle e o conhecimento sobre sua missão, suas características e sua didática.
O processo de aprendizagem pode ser beneficiado quando professor e aluno buscam conhecimentos mútuos de suas necessidades, tendo consciência de sua forma de relacionar-se, respeitando as diferenças. O professor em sala de aula deverá contribuir para desenvolver a autoestima, a estabilidade, tranquilidade, capacidade de contemplação do belo, de perdoar, de fazer amigos e de socializar-se. Assim sendo, as instituições escolares não podem dispensar tais conceitos de seu currículo, devendo estimular uma rede mais generalizada de afetividade nas relações interpessoais, no âmbito escolar e trabalhando intensivamente para gerar oportunidades de integrar o homem na sociedade.
Segundo Içami Tiba (1998, p.02):
“O saber consiste em ensinar e aprender. E ninguém pode estimular ninguém, a saber, se não pratica.” Pois o saber não é só acúmulo de informações, mas um conjunto de capacidades adquiridas e desenvolvidas na escola que tornem o jovem apto a enfrentar os desafios da vida profissional”.
A conduta do professor influi sobre a motivação, a afetividade e a dedicação do aluno ao aprendizado. O aluno se ver influenciado por sua percepção em relação ao professor. O professor deve sempre reforçar a autoconfiança dos alunos, a fim de manterem sempre uma atitude de cordialidade e de respeito. O educador precisa estar atento se sua postura de trabalho está claramente entendida por todos os educandos, isso ajudará na organização e nas realizações das atividades diárias. É importante esclarecer que os recursos utilizados pelo educador deverão ser feitos com base no desenvolvimento do aluno e no seu contexto social. O planejamento, por sua vez, contém as estratégias, situações e as atividades que serão feitas no dia a dia.
É importante notar que tais recursos servem apenas como um guia, devendo ser introduzidas todas as modificações que se façam necessárias a fim de atender as necessidades da aprendizagem e às sucessivas descobertas dos alunos.
5. Considerações Finais
O tema abordado neste estudo, acerca da Importância da afetividade na relação professor- aluno é relevante para que todos os educadores reflitam no fazer como educador dentro de uma sala de aula.
É preciso que o professor entenda sua missão como profissional, que passa a enxergar que sua lida constante e diária não é em vão, pois a partir dessa jornada que enfrentam, poderá fazer com que surjam no futuro cidadãos bem sucedidos.
É importante que o professor entenda que o lugar que ele ocupa em relação aos seus alunos não é apenas daquele que ensina, mas sim daquele que deixa marcas. A postura que se sugere ao professor com este trabalho, é que ele possa encontrar na sua prática docente um motivo para prosseguir, pois sem metas e objetivos é impossível se obter sucesso não somente nesta profissão, mas também em todas outras.
Para isso, é de fundamental importância que o professor esteja consciente de sua responsabilidade, tomando decisões de acordo com os valores morais e as relações sociais de sua prática, considerando ainda, as condições de vida familiar e social de seus alunos.
E assim, aliando seu talento como professor a bons métodos de trabalho já citados neste estudo, poderá mudar a situação de ensino tão mal vista em nosso país atualmente, trazendo esperança de melhoras para a formação educacional do indivíduo.
Fonte: https://psicologado.com/atuacao/psicologia-escolar/importancia-da-afetividade-na-relacao-professor-alunoSOBRE O AUTOR:
Maria Gleuma Soares de Sousa - Graduada em Pedagogia e Pós graduada em Psicopedagogia Institucional. Trabalho de conclusão de Curso – Artigo Científico - apresentado a Coordenação do curso de Especialização em Psicopedagogia ministrada pelas Faculdades Integradas de Patos, em cumprimento às exigências para obtenção do titulo de Especialista. Professora: Msc. Maria do Socorro de Lucena Silva
Referências:
BRONCKART, J. P. (Ed). Vygotsky aujourd’biu. Neuchtêl: Delachaux & Niesté, 1995.
CURY, Augusto. Pais brilhantes, Professores Fascinantes. 14 ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.
FREIRE, Paulo. Conscientização. Teoria e Pratica da Libertação. Uma introdução ao pensamento de Paulo Freire . São Paulo: Morais, 1980.
MATURANA, H. R. Lettvin, J.T.McCulloch, W.S.Pitts, W.H. Evidence Thot Cut optic nerves fibres in a frog regenerate to thier proper ploces in the tectum. Scienece 130: 1709. 1959.
PIAGET, J. Psicologia e Epistemologia. Rio de Janeiro: Forense, 1980.
RODRIGUES, N. Por uma nova escola: O transtorno e o permanente na educação. 11 ed. São Paulo: Cortez, 1997.
TIBA, Içami. Ensinar Aprendendo: como superar os desafios do relacionamento professor-aluno em tempos de globalização. São Paulo. Ed Gente, 1998. WALLON, Henri. ENFANCE, n7. Èdition special. 1985.
WERNEK, H. Se você finge que ensina, eu finjo que aprendo. 16 ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
Você não pode deixar de ver:
- 1. A Qualidade do Ensino Público no Brasil
- 2. Como lidar com as birras na Infância
- 3. A Importância dos Jogos no Processo de Alfabetização no Primeiro Ano da Educação Infantil
- 4. EDUCAÇÃO INFANTIL - EXISTE TEMPO CERTO PARA TUDO
- 5. O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL 3 A 4 ANOS
- 6. A DISCIPLINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
- 7. A ATUAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL
- 8. A importância da educação infantil
- 9. Atividades Educativas: 16 Dicas para o Professor Criativo
- 10. Como Cultivar o Hábito da Leitura em seu filho ou aluno
- 11. Como fazer da rotina uma aliada
- 12. A Importância do reforço escolar para crianças
- 13. DINÂMICA DE GRUPO NAS SALAS DE AULA
- 14. Crianças com dificuldades na aprendizagem escolar
- 15. 10 dúvidas sobre adaptação na Educação Infantil
- 16. A FUNÇÃO DA REUNIÃO DE PAIS
- 17. A CRIANÇA E A LEITURA
- 18. ESTIMULANDO SEU FILHO
- 19. COMO AJUDAR SEU FILHO A ENFRENTAR OS MEDOS
- 20. GINCANAS: RECREAÇÃO E EDUCAÇÃO
- 21. A CONTRIBUIÇÃO DOS JOGOS NO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM
- 22. O USO LÚDICO DA LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
- 23. USO DO LÚDICO PARA A APRENDIZAGEM DE ADOLESCENTES
- 24. PROJETOS DE JOGOS MATEMÁTICOS NAS ESCOLAS
- 25. PROJETO EDUCACIONAL OFICINAS LÚDICAS
- 26. RECONHECENDO A DIVERSIDADE ATRAVÉS DAS BRINCADEIRAS
- 27. Fazendo a Diferença e Despertando o Interesse dos alunos
- 28. PLANO DE AULA: UMA NECESSIDADE E NÃO SOMENTE UMA OBRIGAÇÃO
- 29. EDUCAR É COISA DE OUTRO MUNDO? OU É ARTE E REFLEXÃO...
- 30. Escrever à mão é importante para o cérebro, dizem estudos
- 31. Adormeça seus filhos lendo um livro, não vendo televisão
- 32. Criança que não se movimenta pode ter dificuldade de aprendizado
- 33. O que sabemos (e não sabemos) sobre as ideias de Michel Temer para a Educação
- 34. Democracia
- 35. EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL: COMO TRABALHAR?
- 36. EDUCAÇÃO INFANTIL: COORDENAÇÃO MOTORA
- 37. EDUCAÇÃO INFANTIL, TRABALHAR PARA DESENVOLVER
- 38. ESCRITORES DA LITERATURA INFANTIL
- 39. CHORO: SOMENTE PARA CRIANÇAS?
- 40. BRINQUEDOS PRIMÁRIOS
- 41. BOAS MANEIRAS NA ESCOLA
- 42. Fazer Lembrancinhas ajuda a criança despertar a criatividade
- 43. REFLEXÃO SOBRE O USO DAS DATAS COMEMORATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
- 44. DECORAÇÃO DE SALA DE AULA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL
- 45. BARULHO E LEITURA - Grande parte dos jovens estudam ouvindo música
- 46. ATIVIDADES FÍSICAS PARA CRIANÇAS
- 47. APRENDENDO COM AS CRIANÇAS
- 48. APELIDOS NA ESCOLA
- 49. As duas palavras mágicas que são mais importantes que ’obrigado’ e ’por favor’
- 50. AMIZADE ENTRE MÃE E FILHOS
- 51. AGRESSIVIDADE NA ESCOLA
- 52. ADAPTAÇÃO DA CRIANÇA NA ESCOLA
- 53. A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR
- 54. TRABALHANDO COM BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
- 55. LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
- 56. LITERATURA INFANTIL - CONTOS DE FADAS
- 57. PAIS QUE MIMAM OS FILHOS ESTÃO CRIANDO GERAÇÃO DE ADULTOS DESLOCADOS E INCAPAZES DE LIDAR COM A FRUSTRAÇÃO!
- 58. A IMPORTÂNCIA DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
- 59. REDAÇÃO INFANTIL: COMO INCENTIVAR AS CRIANÇAS A ESCREVER REDAÇÃO
- 60. MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL
- 61. A IMPORTÂNCIA DO PLANO DE AULA
- 62. Artigo Educacional - Aulas Atrativas
- 63. O QUE A CONVERSA REPRESENTA NO UNIVERSO INFANTIL?
- 64. UMA BOA EDUCAÇÃO COMEÇA PELO BOM EXEMPLO
- 65. A FALTA DE EDUCAÇÃO!
- 66. PLANO DE AULAS LIVRES E DIRIGIDAS PARA EDUCAÇÃO INFANTIL
- 67. MELHOR CRIAR CRIANÇAS FORTES DO QUE CONSERTAR ADULTOS DESTROÇADOS
- 68. VOCÊ NÃO TEM OBRIGAÇÃO DE AGRADAR, MAS TAMBÉM NÃO PRECISA AGREDIR!
- 69. A NECESSIDADE DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL DO PROFESSOR
- 70. ENCORAJAR AS ESCOLHAS DAS CRIANÇAS
- 71. CRIANÇA PEQUENA TAMBÉM LÊ: EXPERIÊNCIA DE INCENTIVO À LEITURA NA ED. INFANTIL
- 72. É BRINCANDO QUE SE APRENDE!
- 73. 'Agora ele abraça', diz mãe de autista após criança entrar na escola em PE
- 74. FALANDO SÉRIO...VAMOS BRINCAR?
- 75. A ESTIMULAÇÃO NO BERÇÁRIO É FUNDAMENTAL PARA A APRENDIZAGEM
- 76. ALFABETIZAÇÃO DAS CRIANÇAS
- 77. EDUCAÇÃO INFANTIL: A BASE PARA O ENSINO
- 78. DEIXE A FALTA DE EDUCAÇÃO PARA OS MAL-EDUCADOS. NÃO REAJA, RESPONDA!
- 79. A Importância do Desenho Infantil no Processo de Alfabetização
- 80. A IMPORTÂNCIA DO JOGO E DA BRINCADEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
- 81. A Importância da Literatura Infantil na Formação dos Pequenos Leitores
- 82. A IMPORTÂNCIA DOS GIBIS NA ALFABETIZAÇÃO
- 83. AS CRIANÇAS NÃO SÃO DEFINIDAS POR SUAS NOTAS ESCOLARES
- 84. A Criança e a Motivação
- 85. O Acompanhamento Familiar no Desenvolvimento Educacional da Criança
- 86. A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
- 87. A Importância dos Brinquedos Pedagógicos feitos de Sucata
- 88. As Duas Faces da Adaptação Infantil
- 89. A importância das atividades lúdicas na educação infantil
- 90. A IMPORTÂNCIA DA RODA DE LEITURA EM SALA DE AULA.
- 91. PROJETO DE RECREIO DIRIGIDO
- 92. POR QUE É IMPORTANTE ESCREVER À MÃO
Assinar:
Postagens (Atom)
