terça-feira, 22 de setembro de 2015

DICAS LÁPIS RARO - SAÚDE

13 Problemas causados por não beber água suficiente

13 Problemas causados por não beber água suficiente



Durante toda a vida, nos recomendaram beber água suficiente diariamente para manter nosso corpo hidratado e prevenir muitas doenças. No entanto, muitas pessoas ainda não têm consciência da importância de beber água todos os dias e do papel que ela cumpre em nosso organismo. Ainda que muitos ignorem esse fato, grande parte dos problemas e transtornos de saúde que se desenvolvem com frequência nas pessoas se devem à falta de hidratação e ao baixo consumo de água.
Para ter uma ideia mais clara de como fazemos mal ao nosso corpo quando não consumimos água suficiente, a seguir iremos compartilhar 13 problemas causados pela desidratação e pela falta de água no organismo.

Não beber água o suficiente pode causar Fadiga

Quando não consumimos água suficiente e nosso corpo se desidrata, a velocidade da atividade das enzimas se reduz e aparece a fadiga. A fadiga é um problema de saúde que faz com que nos sintamos com pouca energia e cansados na maior parte do tempo.

Envelhecimento precoce

Não beber água o suficiente ajuda no aparecimento de rugas
Nosso organismo é composto, em mais de 60%, por água, e nossos órgãos dependem em grande parte deste valioso líquido para funcionar corretamente. Beber água suficiente todos os dias ajuda o organismo a combater os radicais livres e a prevenir o envelhecimento precoce dos órgãos e da pele.

Excesso de peso e obesidade

Ainda que, por si só, a água não seja capaz de queimar gordura e nos fazer perder peso, é fato que ela cumpre um papel muito importante nas dietas saudáveis voltadas para o emagrecimento. O consumo de água estimula a eliminação de toxinas e de resíduos, proporciona uma sensação de saciedade e é chave para nos manter com o metabolismo acelerado. Quando não bebemos água suficiente, impedimos nosso corpo de obter importantes benefícios.

Pressão arterial alta e baixa

Não beber água o suficiente ajuda no descontrole da pressão arterial
O consumo de água é fundamental para eliminar toxinas da corrente sanguínea e facilitar a circulação do sangue. Nosso sistema circulatório precisa de água para funcionar corretamente, já que o volume de sangue do corpo não é suficiente para preencher todo o conjunto de artérias, veias e capilares.

Colesterol ruim alto

A desidratação causa um excesso de líquido drenado desde o interior das células, e isso faz com que o corpo tente impedir essa perda com a produção de mais colesterol.

Prisão de ventre

Para que as fezes se formem adequadamente e possam ser eliminadas, é necessário ter líquido suficiente no corpo que ajude a processar os alimentos e lubrificá-los. Quando sofremos com a desidratação crônica, o corpo não contém o líquido necessário para eliminar todos os resíduos e começa a sofrer com problemas de prisão de ventre.
Doenças do aparato digestivo
Não beber água o suficiente ajuda no aparecimento de doenças no aparelho digestivo
A falta de água no organismo faz com que seja reduzida a secreção de sucos digestivos, e isso provoca sérios problemas estomacais, como a gastrite e a úlcera.

Problemas respiratórios

A água é importantíssima para termos um sistema imunológico forte, capaz de prevenir as doenças respiratórias. As membranas mucosas da região respiratória são ligeiramente úmidas, para poder proporcionar uma camada protetora frente aos agentes contaminantes do ar, que podem causar problemas respiratórios.

Desequilíbrio do pH

Beber água suficiente é necessário para manter o pH do sangue equilibrado. A alimentação e muitos outros fatores podem causar acidez no corpo, o que pode gerar diferentes problemas de saúde.

Eczemas

Eczema
Nosso organismo precisa de uma quantidade significativa de líquido para poder suar entre 500 e 700ml de água. Através desta quantidade de suor, é possível eliminar as toxinas e os resíduos que podem provocar irritações na pele.

Infecções urinárias

As funções renais e de todo o sistema urinário dependem muito da quantidade de água ingerida todos os dias. Quando estamos desidratados e não lhe proporcionamos a quantidade de água necessária para o sistema urinário e excretor, corremos o risco de sofrer de diferentes tipos de infecções urinárias, como a cistite. Nesse caso, é possível detectá-la rapidamente, através de uma coloração amarela escura e forte odor na urina.

Reumatismo

Não beber água o suficiente ajuda no aparecimento de artrite
A falta de hidratação faz com que o nosso corpo e a corrente sanguínea acumulem mais toxinas, provocando diferentes doenças e dores. Vários estudos identificaram que a falta de água no corpo pode aumentar significativamente as dores.

Dano cerebral

A desidratação severa pode causar um desequilíbrio entre elementos básicos, como o sódio e o potássio, cuja deficiência pode causar consequências graves, como os transtornos cardiovasculares.

22 DE SETEMBRO - DIA DA DEFESA DA FAUNA



Ministério do Meio Ambiente

 Hoje é comemorado o Dia da Defesa da #Fauna, data que tem como objetivo conscientizar a população sobre os principais desafios da preservação da fauna no país.
Responsável pela gestão do maior patrimônio de#biodiversidade do mundo, o Brasil abriga mais de 120 mil espécies de animais invertebrados e quase nove mil espécies de vertebrados. 
👀
 Desse total, 1.173 espécies estão listadas como ameaçadas de extinção. Embora os desafios sejam grandes, no fim do ano passado, o #MMA divulgou os resultados da maior avaliação da fauna já feita no mundo. 
Ao todo, 170 espécies deixaram de fazer parte da relação de ameaçadas de extinção. Entre elas, a baleia jubarte e a arara-azul-grande 
👏
🐒

 🐘 🐍 

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

ALUNOS DESTAQUE 2º TRIMESTRE/2015


Parabéns a aluna Izabela (Ensino Fundamental I) pelo exemplo de superação, perseverança e compromisso com os estudos. 
Você chegou como uma brisa e tornou-se um furacão de conhecimentos adquiridos.



Parabéns ao aluno Arthur (Ensino Fundamental II), pelo exemplo de determinação, coragem, atitude perante os resultados e pela sede de conhecimentos que tem.
Continue assim!



 Parabéns a aluna Rafaela (Ensino Médio), pelo exemplo de determinação, coragem, atitude perante os resultados. 
Nós sempre acreditamos e confiamos no seu potencial.
                              Siga em frente! Você vai longe e o ENEM está chegando!


VOCÊS   VÃO    LOOOOOONNNNNGEEEEEEE!

O SUCESSO DE VOCÊS SEMPRE SERÁ O NOSSO, TAMBÉM!

PROFISSÃO NOBRE - SER PROFESSOR

DICAS LÁPIS RARO - TÍTULO NA REDAÇÃO

Título na redação: cinco dicas que podem resolver suas dúvidas

Imagine que você está em uma livraria. Na hora de procurar um livro para comprar, quais fatores você leva em conta? A capa e o nome com certeza fazem toda a diferença na hora de julgar se aquele livro é ou não bom, ou se te deu vontade de ler. Com a redação também é assim: o título é o responsável por chamar a atenção do leitor e resumir o assunto do qual ele trata.
Apesar de importante, algumas provas de redação não pedem título – caso do Enem, em que ele é opcional. Outras, como a Fuvest, exigem o título, mas nesses casos a exigência é sempre colocada na proposta (não precisa sair decorando quais provas pedem e quais não pedem).
titulo-escrevendo
Obrigatório ou não, o título pode ser o diferencial no seu texto. Se você souber fazê-lo e ficar bem colocado no texto, é recomendável o uso, mesmo que ele não seja exigido pela prova.
Veja cinco dicas sobre o que é importante saber sobre esse recurso:
1) O título é a síntese do tema
Se o nome de um livro ou de um filme deve entregar um pouco do que será tratado naquela obra, com o título da redação é a mesma coisa: ele deve sintetizar o que o leitor vai encontrar ao longo do texto. Além disso, um título bem trabalhado pode fazer o corretor notar que você entendeu perfeitamente a proposta. Por isso, use a simplicidade e faça um título em que o tema fique claro.
Dica: Algumas pessoas preferem fazer o título antes do texto, para servir como guia. Mas nem sempre isso dá certo: pode ser que, ao longo do texto, você acabe mudando o foco e o título perca um pouco do sentido. Para evitar que isso aconteça, uma sugestão é fazer o título sempre depois que o texto estiver pronto. Assim, você pode se basear nele para definir exatamente qual frase encaixa mais com o que você escreveu.
2) Nada de frases longas
Primeira regra para fazer um bom título: ele deve ser curto! Procure usar no mínimo três palavras, e evite que o tamanho da frase seja maior do que metade da linha.
3) O verbo é opcional
O título não precisa ser, necessariamente, uma oração completa com sujeito e predicado, como “O desmatamento é o pior crime contra a natureza”. Pode, também, ser uma expressão sem verbo, como “O problema da reforma agrária”. Mas usar a expressão, apesar de resolver o problema do título longo, pode ser perigoso: é preciso que ela consiga sintetizar o tema, mesmo sem o verbo. Na dúvida, aposte no que parecer mais fácil na hora.
Lembrete: Jamais use o tema dado pela banca como título. O tema é o assunto estipulado pela banca sobre o qual você vai escrever; o título é a frase para encabeçar o seu texto, que você mesmo deve criar. Fique atento, copiar qualquer parte da proposta de redação pode provocar a anulação do texto!
4) Aposte na sua criatividade
É importante que o título deixe claro o que você vai abordar, mas usar da criatividade pode deixá-lo muito mais interessante para a banca corretora. Nada impede que você use figuras de linguagem ou mesmo uma citação (entre aspas, sempre) no título. Mas lembre-se que a simplicidade é fundamental: tentar rebuscar demais pode dificultar o entendimento da frase.
Dica: fuja de lugares-comuns, chavões, frases prontas e gírias. Usar da criatividade é o oposto disso.
5) Ponto final, letras maiúsculas, linha em branco
– Pode usar ponto no fim da frase? O título normalmente não tem ponto, mas, se for uma oração, você pode usar o ponto final. Se for uma expressão sem verbo, não.
– Devo usar letra maiúscula em todas as palavras? Não. Escreva o título como se estivesse escrevendo uma frase normal, usando a maiúscula apenas em palavras que a exijam, como nomes próprios.
– Devo pular uma linha depois do título? Depende. Pular a linha deixa o texto esteticamente melhor – mais bonito, digamos. Mas não é obrigatório, especialmente se o limite de linhas for pequeno.

21 DE SETEMBRO DIA DA ÁRVORE - VAMOS PRESERVAR A NOSSA NATUREZA

🌱 Dia da Árvore 🌱

🍃
Elas deixam o nosso ambiente mais bonito, alegre e colorido e ainda nos oferecem sombra, oxigênio, frutas. Mas não é só isso: elas são fundamentais para a nossa existência. Vejam só: as espécies arbóreas cumprem um papel importantíssimo para a#biodiversidade, ajudando a abrigar diversos animais, a conservar a fertilidade do solo, a prevenir a#desertificação, a proteger áreas costeiras e a controlar inundações.

#DiaDaÁrvore é uma data de ação e de conscientização. Se você puder, plante uma árvore! Esse gesto pode contagiar seus amigos, vizinhos e conhecidos. E compartilhe conhecimento: quanto mais as pessoas souberem sobre a importância das árvores em nossas vidas, menos estarão dispostas a derrubá-las.


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

LÁPIS RARO - NA HISTÓRIA




Karl Marx (1818-1883) faria aniversário hoje (14/9). O pensador alemão, um dos mais influentes de todos os tempos, investigou a mecânica do capitalismo e previu que o sistema seria superado pela emancipação dos trabalhadores. Leia mais em “Karl Marx, o filósofo da revolução”:

DICAS LÁPIS RARO PARA ESTUDOS

6 hábitos matutinos que vão tornar seu dia muito mais produtivo

Ana Lourenço | 22/04/2015
O alarme toca. Você automaticamente pressiona a “soneca”. O alarme toca mais umas duas vezes, sua mãe vem te chamar, até você finalmente acordar e ver que está atrasado para a aula. Você levanta correndo enquanto checa o Whatsapp. Lava o rosto, escova os dentes e faz maratona para vestir as roupas. Engole o café da manhã ainda meio atordoado, enquanto dá uma espiada no Facebook. Sai correndo porta afora para não perder o ônibus. Na aula, se distrai com tudo e fica morrendo de sono… Um saco, né?
Essa rotina é normal para muita gente que acorda cedo. Quando eu estava no colégio, fazia exatamente a mesma coisa: dormia até o último minuto, depois saía correndo para a aula sem nem saber que dia era. Mas, depois de alguns anos, comecei a perceber a importância de acordar bem, isto é, reservar algum tempo pela manhã para dar ao seu corpo a chance de despertar completamente e ficar disposto para enfrentar o resto do dia. Sei que é quase impossível pensar em perder quaisquer minutos de sono, mas pode acreditar: mudar alguns hábitos na sua manhã pode melhorar o seu dia em 1000%, aumentando até mesmo a sua concentração e capacidade de estudar.
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Esse é você acordando…
Dê uma olhada nas dicas:
1) Pare de abusar da “soneca”
Eu sei, é irresistível. Não apertar aquele botão mágico que te deixa dormir mais um pouco é quase impossível. De acordo com a Fundação Nacional do Sono dos EUA, cerca de 1/3 dos americanos dizem que dormem menos do que precisam para funcionar bem. Com isso, o amado botão “soneca” é o salvador que garante mais uns 20 minutinhos de sono… ou isso é o que pensamos. Uma pesquisa de um hospital de Nova York comprovou que essa funcionalidade do celular é muito mais vilã do que mocinha, porque ela nos interrompe bem no meio de um ciclo do sono. O efeito de uma boa noite de descanso no organismo pode ser cortado através da “soneca”, porque voltamos a dormir, apenas para sermos despertados bruscamente alguns minutos depois. Isso provoca um choque de cansaço logo no início da manhã, causando aquela sensação de estar zonzo quando saímos das cobertas.
Por isso, a primeira coisa que você deve fazer é interromper o hábito de “só mais 10 minutinhos”. Se precisar, coloque o celular a uma distância suficiente para que você tenha que levantar da cama para desligar o alarme – então, você já vai ter levantado e pode resistir mais facilmente a dormir mais um pouquinho.
2) Não cheque as notificações do celular
Você pega o celular para desligar o despertador, e lá está: 10 notificações do WhatsApp, duas do Facebook, três e-mails novos, cinco mensagens… Ufa! É coisa demais para o seu cérebro recém-despertado lidar. A única coisa que acordar e ir direto para o celular faz é aumentar seus níveis de estresse e te fazer pensar em tudo que você tem que fazer antes mesmo de você ter tempo de lavar o rosto.
É claro que isso é mais fácil de falar do que fazer, afinal, como eu disse, a maioria das pessoas usa o celular como despertador. Mas é mais do que justo que você se conceda pelo menos alguns minutos de paz dentro da sua própria cabeça antes de partir para a agitação do dia. E a solução é muito, muito simples: compre um relógio-despertador (um item muito barato que você encontra em qualquer loja de bugigangas) simples e deixe o celular longe de você.
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Esse é você durante o resto do dia: “Eu quero casar com a minha cama”
3) Tire alguns minutos para se espreguiçar
Agora que você resistiu à tentação de apertar o botão da soneca, deixou o celular bem longe de você e ainda não teve tempo de entrar na agitação costumeira da rotina corrida, reserve alguns minutinhos para se espreguiçar. É isso mesmo: espreguiçar, uma das coisas mais básicas depois de acordar que vamos deixando de lado com a pressa. Esticar os braços, as pernas e rolar na cama enquanto acorda é instintivo e muito prazeroso, servindo para lembrar ao seu corpo que é hora de levantar. Depois que você termina, já se sente automaticamente mais desperto e relaxado. Muito melhor do que pular da cama assustado, já enfiando a caneca de café na boca, certo?
4) Tome banho e coma com calma
Agora que você levantou (com mais disposição, esperamos!), reserve alguns minutos para o banho e mais alguns para o café da manhã. Nada de fazer as coisas correndo: tome o café com calma, de preferência deixando o celular de lado por um tempo e se concentrando na comida. Faça cada atividade no seu tempo determinado, com tranquilidade. Durante a manhã, manter a calma nas atividades é essencial para aquilo que já mencionamos lá em cima: dar a oportunidade para o corpo acordar no seu tempo. Além disso, outro macete bacana para as manhãs é tomar bastante água, porque depois de tantas horas dormindo, o corpo já começa a exigir mais hidratação. Um bom copo antes mesmo do café da manhã vai renovar sua disposição.
5) Defina suas melhores horas
Todo mundo tem algum momento do dia em que se sente mais concentrado. De acordo com o psicólogo americano Dan Ariely, autor do livro Previsivelmente irracional, temos entre 2h a 2h30 de pico de produtividade por dia, período no qual você pode ser até 30% mais eficiente nas suas tarefas. Segundo ele, para a maioria das pessoas, essas horinhas preciosas acontecem entre 1h e 2h depois que você acordou. Assim, se você levanta todo dia às 7h, é provável que suas horas mágicas comecem em torno de 8h30 ou 9h.
É claro que isso não é uma regra. Eu, por exemplo, não funciono nada bem pela manhã (aposto que alguns de vocês, leitores, também). Mas sei bem que meus melhores horários costumam ser à tarde ou à noite, ou seja, o período de horas em que eu mais consigo fazer coisas eficientemente. O segredo é você encontrar quais horas são essas, no seu organismo, e investir nelas. Aí, sim, você vai poder montar um esquema como vou explicar no próximo tópico.
6) Monte um plano com três tarefas importantes para o dia
Tanto esse item quanto o anterior não precisam necessariamente ser feitos durante a manhã, quando você está acordando. Você pode refletir sobre eles e ver o melhor jeito de aplicá-los na sua rotina, dependendo do horário em que você acorda e quando exatamente é o seu pico de produtividade. O importante é deixar definido na mente as tarefas mais importantes que você deve dar atenção durante o dia que está começando, e qual horário é melhor para realizar cada uma. Lembre-se que não estou falando de muitas tarefas; são, no máximo, três, porque não adianta encher o seu calendário e não conseguir fazer nem metade.
Por exemplo: amanhã, você definiu que vai 1) terminar a lista de exercícios de Física; 2) fazer uma redação; 3) ler 3 capítulos de uma das obras obrigatórias. Digamos que as suas horas mais produtivas sejam à tarde, entre 14h e 16h. Supondo que você esteja precisando treinar sua escrita, uma solução é deixar para fazer a redação às 14h, quando você estará mais concentrado, e passe a lista de Física para outro horário anterior. A leitura do livro pode ficar para depois da redação.

sábado, 12 de setembro de 2015

DICAS LÁPIS RARO - ENEM

Leia redações que receberam nota máxima no Enem 2013 e veja o que você pode aprender com elas

O GUIA DO ESTUDANTE pediu para uma professora de redação comentar os textos e indicar seus pontos altos

30/04/2014 13h 53
A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2013 trouxe o tema "Os efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil". Os participantes tiveram de produzir um texto dissertativo-argumentativo e foram avaliados de acordo com cinco competências: domínio da norma-padrão da língua escrita; compreensão da proposta e aplicação de conceitos de diversas áreas do conhecimento para desenvolver o tema; boa argumentação e elaboração de proposta de intervenção ao problema abordado, respeitando os direitos humanos.
>> Veja tambémEstudantes que tiraram nota máxima na redação do Enem dão dicas para escrever melhor

Cada critério vale até 200 pontos, totalizando 1.000. Apenas 481 dos mais de 5 milhões de textos corrigidos receberam nota máxima em 2013. Alguns desses participantes enviaram suas redações para o GUIA DO ESTUDANTE e pedimos para a professora Ednir Barboza, que dá aulas de redação no cursinho Oficina do Estudante, comentá-los. Clique nos textos para ampliar:
1. "Direção e álcool - o coquetel fatal", Lais Fernandes. (Nota 960).
2. "Lei seca: ainda com alto teor de jeitinho brasileiro", Maria Clara Lovato. (Nota 1.000).
Comentário da professora Ednir Barboza sobre as redações 1 e 2:
"Estas duas redações são de bom nível e aqui se justifica uma nota elevada. A começar pelo título, observa-se criatividade e um interessante e apropriado jogo de palavras.
Nas redações o vocabulário é variado, rico, apropriado ao tipo de texto. A argumentação se desenrola parágrafo a parágrafo numa progressão bem feita. As ideias se completam e não há referências isoladas. Os textos denotam competência na discussão madura e abalizada do tema. Há um senso crítico na análise dos resultados da Lei Seca que precisavam aparecer nesse tipo de proposta. Também as intervenções sugeridas são completas e sugerem uma ação coordenada com objetivos bem colocados."
3. “Manifesto da segurança no trânsito”, Aline de Carvalho Abbud. (Nota 1.000).
4. “O inferno são os outros”, Bianca Hazt. (Nota 1.000).
5. "Preserve a vida de todos - se for beber, não dirija", Kethllyn Oliveira.  (Nota 1.000).
Comentário da professora Ednir Barboza sobre as redações 3 a 5:
"Nesses três textos, o vocabulário é comum, básico; não há estruturas gramaticais bem formuladas; a discussão do tema é senso comum, limitando-se a reproduzir dados e fatos, sem análise crítica ou de autoria própria. Igualmente, as intervenções apresentadas em nada aprofundam ou justificam a argumentação. É apenas uma listagem de ações que, para darem algum resultado, teriam que ser mágicas! Até mesmo os títulos escolhidos são irrelevantes e pouco criativos, combinando, dessa forma, com a dissertação. No entanto, não se pode dizer que eles não cumprem, adequadamente, as cinco competências exigidas pela correção indicada pela banca."


DICAS LÁPIS RARO - PORTUGUÊS

EDUCAÇÃO E GENEROSIDADE

4 maneiras simples de estimular a generosidade entre crianças

Educar vai muito além da alfabetização, do certo e do errado. Transmitir valores que levem a paz e a harmonia para gerações futuras também é essencial

11/09/2015 18:48
Texto Stephanie Bevilaqua
Claudia
As pequenas doações do dia a dia contam, e muito, para ajudar o próximo e fazer deste planeta um lugar melhor. E é assim que você tem que lidar com a educação do seu filho. Não se cobre! Dê de pouquinho em pouquinho tudo o que ele precisa para ser uma pessoa generosa.

1. Todos temos algo para dar


Pode ser dinheiro ou bens materiais, que são as associações mais comuns quando pensamos em generosidade. Mas também pode ser conhecimento, coisas que nós sabemos e que podem ajudar os outros. Pode ser um abraço, uma palavra de conforto, um carinho. Afinal, a generosidade é, antes de mais nada, uma inclinação do espírito para fazer o bem. Converse com o seu filho e o incentive a dividir. Este é o primeiro passo.

2. Praticar é preciso

A generosidade é uma virtude mais celebrada que praticada. "Ela só brilha, na maioria das vezes, por sua ausência", escreveu o filósofo francês Comte-Sponville. Se a generosidade se tornou artigo raro, um pouco da culpa é da sociedade atual, calcada em valores como egoísmo e individualismo. "Pensamos muito em nosso próprio umbigo e pouco no dos outros", diz o também filósofo Mario Sergio Cortella.

Ou seja, é necessário manter o hábito. Reforce em casa a frequência de atitudes generosas. "Em uma sociedade que pede apenas que você receba, nunca doe, a generosidade é um treino", diz a terapeuta existencial e professora da PUC-SP, Dulce Critelli.

3. Dê o exemplo

O modelo de conduta é essencial para as crianças criarem uma imagem do que é ser generoso. Elas tendem a imitar o que veem em casa. E se vocês se comportam de maneira diferente do que pregam, isso deixa a criança confusa. E como consequência há o medo e a insegurança.

4. Não reprima

Todas as crianças passam por fase egoísta - e isso é normal. Eles não querem dividir objetos, brinquedos, alimentos... Fazem birra e ainda se repelem socialmente. E a dica é não deixa-los com medo ou aflitos. É preciso conversar e explicar o que significa o compartilhar e por que isso é tão importante. Só assim ele pode fixar de vez essa ideia.

DICAS LÁPIS RARO

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

11 DE SETEMBRO DIA NACIONAL DO CERRADO


O Bioma Cerrado

Reconhecido como a savana mais rica do mundo, o#Cerrado brasileiro abriga 11.627 espécies de plantas nativas já catalogadas.

Além dos aspectos ambientais, o Cerrado tem grande importância social: indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçueiras e vazanteiros detêm conhecimento tradicional de sua #biodiversidade. Mais de 220 espécies têm uso medicinal e mais 416 podem ser usadas na recuperação de solos degradados, como barreiras contra o vento, proteção contra a erosão, ou para criar habitat de predadores naturais de pragas.

 A grandeza do Cerrado também traz inúmeros desafios. Estima-se que o bioma já perdeu 47,84% de sua cobertura de vegetação até 2008. É por isso que o Ministério do Meio Ambiente elaborou um Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado.

O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, ocupando uma área de 2.036.448 km2, cerca de 22% do território nacional. A sua área contínua incide sobre os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí, Rondônia, Paraná, São Paulo e Distrito Federal, além dos encraves no Amapá, Roraima e Amazonas. Neste espaço territorial encontram-se as nascentes das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata), o que resulta em um elevado potencial aquífero e favorece a sua biodiversidade.
Considerado como um hotspots mundiais de biodiversidade, o Cerrado apresenta extrema abundância de espécies endêmicas e sofre uma excepcional perda de habitat. Do ponto de vista da diversidade biológica, o Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo, abrigando 11.627 espécies de plantas nativas já catalogadas. Existe uma grande diversidade de habitats, que determinam uma notável alternância de espécies entre diferentes fitofisionomias. Cerca de 199 espécies de mamíferos são conhecidas, e a rica avifauna compreende cerca de 837 espécies. Os números de peixes (1200 espécies), répteis (180 espécies) e anfíbios (150 espécies) são elevados. O número de peixes endêmicos não é conhecido, porém os valores são bastante altos para anfíbios e répteis: 28% e 17%, respectivamente. De acordo com estimativas recentes, o Cerrado é o refúgio de 13% das borboletas, 35% das abelhas e 23% dos cupins dos trópicos.
Além dos aspectos ambientais, o Cerrado tem grande importância social. Muitas populações sobrevivem de seus recursos naturais, incluindo etnias indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçueiras, vazanteiros e comunidades quilombolas que, juntas, fazem parte do patrimônio histórico e cultural brasileiro, e detêm um conhecimento tradicional de sua biodiversidade. Mais de 220 espécies têm uso medicinal e mais 416 podem ser usadas na recuperação de solos degradados, como barreiras contra o vento, proteção contra a erosão, ou para criar habitat de predadores naturais de pragas. Mais de 10 tipos de frutos comestíveis são regularmente consumidos pela população local e vendidos nos centros urbanos, como os frutos do Pequi (Caryocar brasiliense), Buriti (Mauritia flexuosa), Mangaba (Hancornia speciosa), Cagaita (Eugenia dysenterica), Bacupari (Salacia crassifolia), Cajuzinho do cerrado (Anacardium humile), Araticum (Annona crassifolia) e as sementes do Barú (Dipteryx alata).
Contudo, inúmeras espécies de plantas e animais correm risco de extinção. Estima-se que 20% das espécies nativas e endêmicas já não ocorram em áreas protegidas e que pelo menos 137 espécies de animais que ocorrem no Cerrado estão ameaçadas de extinção. Depois da Mata Atlântica, o Cerrado é o bioma brasileiro que mais sofreu alterações com a ocupação humana. Com a crescente pressão para a abertura de novas áreas, visando incrementar a produção de carne e grãos para exportação, tem havido um progressivo esgotamento dos recursos naturais da região. Nas três últimas décadas, o Cerrado vem sendo degradado pela expansão da fronteira agrícola brasileira. Além disso, o bioma Cerrado é palco de uma exploração extremamente predatória de seu material lenhoso para produção de carvão.
Apesar do reconhecimento de sua importância biológica, de todos os hotspots mundiais, o Cerrado é o que possui a menor porcentagem de áreas sobre proteção integral. O Bioma apresenta 8,21% de seu território legalmente protegido por unidades de conservação; desse total, 2,85% são unidades de conservação de proteção integral e 5,36% de unidades de conservação de uso sustentável, incluindo RPPNs (0,07%).