segunda-feira, 21 de setembro de 2015

DICAS LÁPIS RARO - TÍTULO NA REDAÇÃO

Título na redação: cinco dicas que podem resolver suas dúvidas

Imagine que você está em uma livraria. Na hora de procurar um livro para comprar, quais fatores você leva em conta? A capa e o nome com certeza fazem toda a diferença na hora de julgar se aquele livro é ou não bom, ou se te deu vontade de ler. Com a redação também é assim: o título é o responsável por chamar a atenção do leitor e resumir o assunto do qual ele trata.
Apesar de importante, algumas provas de redação não pedem título – caso do Enem, em que ele é opcional. Outras, como a Fuvest, exigem o título, mas nesses casos a exigência é sempre colocada na proposta (não precisa sair decorando quais provas pedem e quais não pedem).
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Obrigatório ou não, o título pode ser o diferencial no seu texto. Se você souber fazê-lo e ficar bem colocado no texto, é recomendável o uso, mesmo que ele não seja exigido pela prova.
Veja cinco dicas sobre o que é importante saber sobre esse recurso:
1) O título é a síntese do tema
Se o nome de um livro ou de um filme deve entregar um pouco do que será tratado naquela obra, com o título da redação é a mesma coisa: ele deve sintetizar o que o leitor vai encontrar ao longo do texto. Além disso, um título bem trabalhado pode fazer o corretor notar que você entendeu perfeitamente a proposta. Por isso, use a simplicidade e faça um título em que o tema fique claro.
Dica: Algumas pessoas preferem fazer o título antes do texto, para servir como guia. Mas nem sempre isso dá certo: pode ser que, ao longo do texto, você acabe mudando o foco e o título perca um pouco do sentido. Para evitar que isso aconteça, uma sugestão é fazer o título sempre depois que o texto estiver pronto. Assim, você pode se basear nele para definir exatamente qual frase encaixa mais com o que você escreveu.
2) Nada de frases longas
Primeira regra para fazer um bom título: ele deve ser curto! Procure usar no mínimo três palavras, e evite que o tamanho da frase seja maior do que metade da linha.
3) O verbo é opcional
O título não precisa ser, necessariamente, uma oração completa com sujeito e predicado, como “O desmatamento é o pior crime contra a natureza”. Pode, também, ser uma expressão sem verbo, como “O problema da reforma agrária”. Mas usar a expressão, apesar de resolver o problema do título longo, pode ser perigoso: é preciso que ela consiga sintetizar o tema, mesmo sem o verbo. Na dúvida, aposte no que parecer mais fácil na hora.
Lembrete: Jamais use o tema dado pela banca como título. O tema é o assunto estipulado pela banca sobre o qual você vai escrever; o título é a frase para encabeçar o seu texto, que você mesmo deve criar. Fique atento, copiar qualquer parte da proposta de redação pode provocar a anulação do texto!
4) Aposte na sua criatividade
É importante que o título deixe claro o que você vai abordar, mas usar da criatividade pode deixá-lo muito mais interessante para a banca corretora. Nada impede que você use figuras de linguagem ou mesmo uma citação (entre aspas, sempre) no título. Mas lembre-se que a simplicidade é fundamental: tentar rebuscar demais pode dificultar o entendimento da frase.
Dica: fuja de lugares-comuns, chavões, frases prontas e gírias. Usar da criatividade é o oposto disso.
5) Ponto final, letras maiúsculas, linha em branco
– Pode usar ponto no fim da frase? O título normalmente não tem ponto, mas, se for uma oração, você pode usar o ponto final. Se for uma expressão sem verbo, não.
– Devo usar letra maiúscula em todas as palavras? Não. Escreva o título como se estivesse escrevendo uma frase normal, usando a maiúscula apenas em palavras que a exijam, como nomes próprios.
– Devo pular uma linha depois do título? Depende. Pular a linha deixa o texto esteticamente melhor – mais bonito, digamos. Mas não é obrigatório, especialmente se o limite de linhas for pequeno.

21 DE SETEMBRO DIA DA ÁRVORE - VAMOS PRESERVAR A NOSSA NATUREZA

🌱 Dia da Árvore 🌱

🍃
Elas deixam o nosso ambiente mais bonito, alegre e colorido e ainda nos oferecem sombra, oxigênio, frutas. Mas não é só isso: elas são fundamentais para a nossa existência. Vejam só: as espécies arbóreas cumprem um papel importantíssimo para a#biodiversidade, ajudando a abrigar diversos animais, a conservar a fertilidade do solo, a prevenir a#desertificação, a proteger áreas costeiras e a controlar inundações.

#DiaDaÁrvore é uma data de ação e de conscientização. Se você puder, plante uma árvore! Esse gesto pode contagiar seus amigos, vizinhos e conhecidos. E compartilhe conhecimento: quanto mais as pessoas souberem sobre a importância das árvores em nossas vidas, menos estarão dispostas a derrubá-las.


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

LÁPIS RARO - NA HISTÓRIA




Karl Marx (1818-1883) faria aniversário hoje (14/9). O pensador alemão, um dos mais influentes de todos os tempos, investigou a mecânica do capitalismo e previu que o sistema seria superado pela emancipação dos trabalhadores. Leia mais em “Karl Marx, o filósofo da revolução”:

DICAS LÁPIS RARO PARA ESTUDOS

6 hábitos matutinos que vão tornar seu dia muito mais produtivo

Ana Lourenço | 22/04/2015
O alarme toca. Você automaticamente pressiona a “soneca”. O alarme toca mais umas duas vezes, sua mãe vem te chamar, até você finalmente acordar e ver que está atrasado para a aula. Você levanta correndo enquanto checa o Whatsapp. Lava o rosto, escova os dentes e faz maratona para vestir as roupas. Engole o café da manhã ainda meio atordoado, enquanto dá uma espiada no Facebook. Sai correndo porta afora para não perder o ônibus. Na aula, se distrai com tudo e fica morrendo de sono… Um saco, né?
Essa rotina é normal para muita gente que acorda cedo. Quando eu estava no colégio, fazia exatamente a mesma coisa: dormia até o último minuto, depois saía correndo para a aula sem nem saber que dia era. Mas, depois de alguns anos, comecei a perceber a importância de acordar bem, isto é, reservar algum tempo pela manhã para dar ao seu corpo a chance de despertar completamente e ficar disposto para enfrentar o resto do dia. Sei que é quase impossível pensar em perder quaisquer minutos de sono, mas pode acreditar: mudar alguns hábitos na sua manhã pode melhorar o seu dia em 1000%, aumentando até mesmo a sua concentração e capacidade de estudar.
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Esse é você acordando…
Dê uma olhada nas dicas:
1) Pare de abusar da “soneca”
Eu sei, é irresistível. Não apertar aquele botão mágico que te deixa dormir mais um pouco é quase impossível. De acordo com a Fundação Nacional do Sono dos EUA, cerca de 1/3 dos americanos dizem que dormem menos do que precisam para funcionar bem. Com isso, o amado botão “soneca” é o salvador que garante mais uns 20 minutinhos de sono… ou isso é o que pensamos. Uma pesquisa de um hospital de Nova York comprovou que essa funcionalidade do celular é muito mais vilã do que mocinha, porque ela nos interrompe bem no meio de um ciclo do sono. O efeito de uma boa noite de descanso no organismo pode ser cortado através da “soneca”, porque voltamos a dormir, apenas para sermos despertados bruscamente alguns minutos depois. Isso provoca um choque de cansaço logo no início da manhã, causando aquela sensação de estar zonzo quando saímos das cobertas.
Por isso, a primeira coisa que você deve fazer é interromper o hábito de “só mais 10 minutinhos”. Se precisar, coloque o celular a uma distância suficiente para que você tenha que levantar da cama para desligar o alarme – então, você já vai ter levantado e pode resistir mais facilmente a dormir mais um pouquinho.
2) Não cheque as notificações do celular
Você pega o celular para desligar o despertador, e lá está: 10 notificações do WhatsApp, duas do Facebook, três e-mails novos, cinco mensagens… Ufa! É coisa demais para o seu cérebro recém-despertado lidar. A única coisa que acordar e ir direto para o celular faz é aumentar seus níveis de estresse e te fazer pensar em tudo que você tem que fazer antes mesmo de você ter tempo de lavar o rosto.
É claro que isso é mais fácil de falar do que fazer, afinal, como eu disse, a maioria das pessoas usa o celular como despertador. Mas é mais do que justo que você se conceda pelo menos alguns minutos de paz dentro da sua própria cabeça antes de partir para a agitação do dia. E a solução é muito, muito simples: compre um relógio-despertador (um item muito barato que você encontra em qualquer loja de bugigangas) simples e deixe o celular longe de você.
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Esse é você durante o resto do dia: “Eu quero casar com a minha cama”
3) Tire alguns minutos para se espreguiçar
Agora que você resistiu à tentação de apertar o botão da soneca, deixou o celular bem longe de você e ainda não teve tempo de entrar na agitação costumeira da rotina corrida, reserve alguns minutinhos para se espreguiçar. É isso mesmo: espreguiçar, uma das coisas mais básicas depois de acordar que vamos deixando de lado com a pressa. Esticar os braços, as pernas e rolar na cama enquanto acorda é instintivo e muito prazeroso, servindo para lembrar ao seu corpo que é hora de levantar. Depois que você termina, já se sente automaticamente mais desperto e relaxado. Muito melhor do que pular da cama assustado, já enfiando a caneca de café na boca, certo?
4) Tome banho e coma com calma
Agora que você levantou (com mais disposição, esperamos!), reserve alguns minutos para o banho e mais alguns para o café da manhã. Nada de fazer as coisas correndo: tome o café com calma, de preferência deixando o celular de lado por um tempo e se concentrando na comida. Faça cada atividade no seu tempo determinado, com tranquilidade. Durante a manhã, manter a calma nas atividades é essencial para aquilo que já mencionamos lá em cima: dar a oportunidade para o corpo acordar no seu tempo. Além disso, outro macete bacana para as manhãs é tomar bastante água, porque depois de tantas horas dormindo, o corpo já começa a exigir mais hidratação. Um bom copo antes mesmo do café da manhã vai renovar sua disposição.
5) Defina suas melhores horas
Todo mundo tem algum momento do dia em que se sente mais concentrado. De acordo com o psicólogo americano Dan Ariely, autor do livro Previsivelmente irracional, temos entre 2h a 2h30 de pico de produtividade por dia, período no qual você pode ser até 30% mais eficiente nas suas tarefas. Segundo ele, para a maioria das pessoas, essas horinhas preciosas acontecem entre 1h e 2h depois que você acordou. Assim, se você levanta todo dia às 7h, é provável que suas horas mágicas comecem em torno de 8h30 ou 9h.
É claro que isso não é uma regra. Eu, por exemplo, não funciono nada bem pela manhã (aposto que alguns de vocês, leitores, também). Mas sei bem que meus melhores horários costumam ser à tarde ou à noite, ou seja, o período de horas em que eu mais consigo fazer coisas eficientemente. O segredo é você encontrar quais horas são essas, no seu organismo, e investir nelas. Aí, sim, você vai poder montar um esquema como vou explicar no próximo tópico.
6) Monte um plano com três tarefas importantes para o dia
Tanto esse item quanto o anterior não precisam necessariamente ser feitos durante a manhã, quando você está acordando. Você pode refletir sobre eles e ver o melhor jeito de aplicá-los na sua rotina, dependendo do horário em que você acorda e quando exatamente é o seu pico de produtividade. O importante é deixar definido na mente as tarefas mais importantes que você deve dar atenção durante o dia que está começando, e qual horário é melhor para realizar cada uma. Lembre-se que não estou falando de muitas tarefas; são, no máximo, três, porque não adianta encher o seu calendário e não conseguir fazer nem metade.
Por exemplo: amanhã, você definiu que vai 1) terminar a lista de exercícios de Física; 2) fazer uma redação; 3) ler 3 capítulos de uma das obras obrigatórias. Digamos que as suas horas mais produtivas sejam à tarde, entre 14h e 16h. Supondo que você esteja precisando treinar sua escrita, uma solução é deixar para fazer a redação às 14h, quando você estará mais concentrado, e passe a lista de Física para outro horário anterior. A leitura do livro pode ficar para depois da redação.

sábado, 12 de setembro de 2015

DICAS LÁPIS RARO - ENEM

Leia redações que receberam nota máxima no Enem 2013 e veja o que você pode aprender com elas

O GUIA DO ESTUDANTE pediu para uma professora de redação comentar os textos e indicar seus pontos altos

30/04/2014 13h 53
A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2013 trouxe o tema "Os efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil". Os participantes tiveram de produzir um texto dissertativo-argumentativo e foram avaliados de acordo com cinco competências: domínio da norma-padrão da língua escrita; compreensão da proposta e aplicação de conceitos de diversas áreas do conhecimento para desenvolver o tema; boa argumentação e elaboração de proposta de intervenção ao problema abordado, respeitando os direitos humanos.
>> Veja tambémEstudantes que tiraram nota máxima na redação do Enem dão dicas para escrever melhor

Cada critério vale até 200 pontos, totalizando 1.000. Apenas 481 dos mais de 5 milhões de textos corrigidos receberam nota máxima em 2013. Alguns desses participantes enviaram suas redações para o GUIA DO ESTUDANTE e pedimos para a professora Ednir Barboza, que dá aulas de redação no cursinho Oficina do Estudante, comentá-los. Clique nos textos para ampliar:
1. "Direção e álcool - o coquetel fatal", Lais Fernandes. (Nota 960).
2. "Lei seca: ainda com alto teor de jeitinho brasileiro", Maria Clara Lovato. (Nota 1.000).
Comentário da professora Ednir Barboza sobre as redações 1 e 2:
"Estas duas redações são de bom nível e aqui se justifica uma nota elevada. A começar pelo título, observa-se criatividade e um interessante e apropriado jogo de palavras.
Nas redações o vocabulário é variado, rico, apropriado ao tipo de texto. A argumentação se desenrola parágrafo a parágrafo numa progressão bem feita. As ideias se completam e não há referências isoladas. Os textos denotam competência na discussão madura e abalizada do tema. Há um senso crítico na análise dos resultados da Lei Seca que precisavam aparecer nesse tipo de proposta. Também as intervenções sugeridas são completas e sugerem uma ação coordenada com objetivos bem colocados."
3. “Manifesto da segurança no trânsito”, Aline de Carvalho Abbud. (Nota 1.000).
4. “O inferno são os outros”, Bianca Hazt. (Nota 1.000).
5. "Preserve a vida de todos - se for beber, não dirija", Kethllyn Oliveira.  (Nota 1.000).
Comentário da professora Ednir Barboza sobre as redações 3 a 5:
"Nesses três textos, o vocabulário é comum, básico; não há estruturas gramaticais bem formuladas; a discussão do tema é senso comum, limitando-se a reproduzir dados e fatos, sem análise crítica ou de autoria própria. Igualmente, as intervenções apresentadas em nada aprofundam ou justificam a argumentação. É apenas uma listagem de ações que, para darem algum resultado, teriam que ser mágicas! Até mesmo os títulos escolhidos são irrelevantes e pouco criativos, combinando, dessa forma, com a dissertação. No entanto, não se pode dizer que eles não cumprem, adequadamente, as cinco competências exigidas pela correção indicada pela banca."


DICAS LÁPIS RARO - PORTUGUÊS

EDUCAÇÃO E GENEROSIDADE

4 maneiras simples de estimular a generosidade entre crianças

Educar vai muito além da alfabetização, do certo e do errado. Transmitir valores que levem a paz e a harmonia para gerações futuras também é essencial

11/09/2015 18:48
Texto Stephanie Bevilaqua
Claudia
As pequenas doações do dia a dia contam, e muito, para ajudar o próximo e fazer deste planeta um lugar melhor. E é assim que você tem que lidar com a educação do seu filho. Não se cobre! Dê de pouquinho em pouquinho tudo o que ele precisa para ser uma pessoa generosa.

1. Todos temos algo para dar


Pode ser dinheiro ou bens materiais, que são as associações mais comuns quando pensamos em generosidade. Mas também pode ser conhecimento, coisas que nós sabemos e que podem ajudar os outros. Pode ser um abraço, uma palavra de conforto, um carinho. Afinal, a generosidade é, antes de mais nada, uma inclinação do espírito para fazer o bem. Converse com o seu filho e o incentive a dividir. Este é o primeiro passo.

2. Praticar é preciso

A generosidade é uma virtude mais celebrada que praticada. "Ela só brilha, na maioria das vezes, por sua ausência", escreveu o filósofo francês Comte-Sponville. Se a generosidade se tornou artigo raro, um pouco da culpa é da sociedade atual, calcada em valores como egoísmo e individualismo. "Pensamos muito em nosso próprio umbigo e pouco no dos outros", diz o também filósofo Mario Sergio Cortella.

Ou seja, é necessário manter o hábito. Reforce em casa a frequência de atitudes generosas. "Em uma sociedade que pede apenas que você receba, nunca doe, a generosidade é um treino", diz a terapeuta existencial e professora da PUC-SP, Dulce Critelli.

3. Dê o exemplo

O modelo de conduta é essencial para as crianças criarem uma imagem do que é ser generoso. Elas tendem a imitar o que veem em casa. E se vocês se comportam de maneira diferente do que pregam, isso deixa a criança confusa. E como consequência há o medo e a insegurança.

4. Não reprima

Todas as crianças passam por fase egoísta - e isso é normal. Eles não querem dividir objetos, brinquedos, alimentos... Fazem birra e ainda se repelem socialmente. E a dica é não deixa-los com medo ou aflitos. É preciso conversar e explicar o que significa o compartilhar e por que isso é tão importante. Só assim ele pode fixar de vez essa ideia.

DICAS LÁPIS RARO

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

11 DE SETEMBRO DIA NACIONAL DO CERRADO


O Bioma Cerrado

Reconhecido como a savana mais rica do mundo, o#Cerrado brasileiro abriga 11.627 espécies de plantas nativas já catalogadas.

Além dos aspectos ambientais, o Cerrado tem grande importância social: indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçueiras e vazanteiros detêm conhecimento tradicional de sua #biodiversidade. Mais de 220 espécies têm uso medicinal e mais 416 podem ser usadas na recuperação de solos degradados, como barreiras contra o vento, proteção contra a erosão, ou para criar habitat de predadores naturais de pragas.

 A grandeza do Cerrado também traz inúmeros desafios. Estima-se que o bioma já perdeu 47,84% de sua cobertura de vegetação até 2008. É por isso que o Ministério do Meio Ambiente elaborou um Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado.

O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, ocupando uma área de 2.036.448 km2, cerca de 22% do território nacional. A sua área contínua incide sobre os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí, Rondônia, Paraná, São Paulo e Distrito Federal, além dos encraves no Amapá, Roraima e Amazonas. Neste espaço territorial encontram-se as nascentes das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata), o que resulta em um elevado potencial aquífero e favorece a sua biodiversidade.
Considerado como um hotspots mundiais de biodiversidade, o Cerrado apresenta extrema abundância de espécies endêmicas e sofre uma excepcional perda de habitat. Do ponto de vista da diversidade biológica, o Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo, abrigando 11.627 espécies de plantas nativas já catalogadas. Existe uma grande diversidade de habitats, que determinam uma notável alternância de espécies entre diferentes fitofisionomias. Cerca de 199 espécies de mamíferos são conhecidas, e a rica avifauna compreende cerca de 837 espécies. Os números de peixes (1200 espécies), répteis (180 espécies) e anfíbios (150 espécies) são elevados. O número de peixes endêmicos não é conhecido, porém os valores são bastante altos para anfíbios e répteis: 28% e 17%, respectivamente. De acordo com estimativas recentes, o Cerrado é o refúgio de 13% das borboletas, 35% das abelhas e 23% dos cupins dos trópicos.
Além dos aspectos ambientais, o Cerrado tem grande importância social. Muitas populações sobrevivem de seus recursos naturais, incluindo etnias indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçueiras, vazanteiros e comunidades quilombolas que, juntas, fazem parte do patrimônio histórico e cultural brasileiro, e detêm um conhecimento tradicional de sua biodiversidade. Mais de 220 espécies têm uso medicinal e mais 416 podem ser usadas na recuperação de solos degradados, como barreiras contra o vento, proteção contra a erosão, ou para criar habitat de predadores naturais de pragas. Mais de 10 tipos de frutos comestíveis são regularmente consumidos pela população local e vendidos nos centros urbanos, como os frutos do Pequi (Caryocar brasiliense), Buriti (Mauritia flexuosa), Mangaba (Hancornia speciosa), Cagaita (Eugenia dysenterica), Bacupari (Salacia crassifolia), Cajuzinho do cerrado (Anacardium humile), Araticum (Annona crassifolia) e as sementes do Barú (Dipteryx alata).
Contudo, inúmeras espécies de plantas e animais correm risco de extinção. Estima-se que 20% das espécies nativas e endêmicas já não ocorram em áreas protegidas e que pelo menos 137 espécies de animais que ocorrem no Cerrado estão ameaçadas de extinção. Depois da Mata Atlântica, o Cerrado é o bioma brasileiro que mais sofreu alterações com a ocupação humana. Com a crescente pressão para a abertura de novas áreas, visando incrementar a produção de carne e grãos para exportação, tem havido um progressivo esgotamento dos recursos naturais da região. Nas três últimas décadas, o Cerrado vem sendo degradado pela expansão da fronteira agrícola brasileira. Além disso, o bioma Cerrado é palco de uma exploração extremamente predatória de seu material lenhoso para produção de carvão.
Apesar do reconhecimento de sua importância biológica, de todos os hotspots mundiais, o Cerrado é o que possui a menor porcentagem de áreas sobre proteção integral. O Bioma apresenta 8,21% de seu território legalmente protegido por unidades de conservação; desse total, 2,85% são unidades de conservação de proteção integral e 5,36% de unidades de conservação de uso sustentável, incluindo RPPNs (0,07%).

LÁPIS RARO - AVENTURAS NA HISTÓRIA

Aventuras na História

11 perguntas sobre o 11 de setembro

Dez anos depois dos atentados terroristas que abalaram os Estados Unidos, muitas questões permanecem sem resposta. Afinal, tudo não passou de uma grande conspiração?

Maurício Oliveira | 09/09/2011 16h49
Quem analisa friamente a versão oficial sobre os atentados de 11 de setembro de 2001 conclui que o sucesso obtido pelos terroristas contraria a lei das probabilidades. A começar pela permanência em território americano de dezenas de conspiradores sem que levantassem qualquer suspeita. Além disso, quatro aviões foram seqüestrados sem maiores problemas. Uma simulação de exercícios de guerra marcada justamente para aquele dia confundiu o sistema de defesa e atrasou o acionamento dos caças que poderiam interceptar os vôos.
E as manobras que levaram os aviões a colidirem com o World Trade Center e o Pentágono foram dignas de pilotos de primeira linha - embora eles tenham passado apenas por treinamentos básicos. Todos esses fatos, associados a uma série de outros, tornaram-se um prato cheio para teorias conspiratórias. Cinco anos depois dos atentados, muitas perguntas continuam sem resposta convincente. Veja 11 delas a seguir:
1. Por que ninguém viu o avião que caiu no Pentágono?
De acordo com a versão oficial, um dos quatro aviões sequestrados pelos terroristas no dia 11 de setembro de 2001 foi lançado sobre o Pentágono, símbolo do poderio militar norte-americano. À velocidade de 560 quilômetros por hora, o avião (um Boeing 757 da American Airlines) teria atravessado três dos cinco anéis concêntricos que formam a construção, transformando o concreto reforçado que protege cada um dos anéis em “mingau” - termo usado em um documento oficial do próprio governo americano sobre o episódio. Morreram as 64 pessoas que estavam no avião e 125 que se encontravam no interior do prédio.
As dúvidas sobre a veracidade dessa versão começam pelo fato de que ninguém parece ter testemunhado a aproximação do avião e muito menos visto destroços da aeronave depois do suposto choque. Poderia um avião com mais de 100 toneladas e quase 50 metros de comprimento simplesmente desintegrar-se com a colisão? Fotografias tiradas no local logo depois do acidente lembram muito mais cenas de atentados a bomba do que de acidentes aéreos. A análise das imagens forneceu ainda mais argumentos contra a história oficial do atentado.
Não tardou para que corresse a versão de que o Pentágono teria sido atingido, na verdade, por um míssil teleguiado, o que parecia mais compatível com o grau de destruição que se verificou no prédio. Teria sido um ataque simulado pelo próprio governo dos Estados Unidos? Muitos adeptos de teorias da conspiração apostam que sim. O objetivo poderia ser o de criar em Washington o mesmo clima de pânico e indignação que tomava conta de Nova York com a destruição das torres gêmeas - dessa forma, seria mais fácil angariar apoio político para as ações de combate ao terrorismo que viriam, incluindo as invasões do Afeganistão e do Iraque.
2. Os terroristas eram pilotos hábeis o suficiente para fazer as manobras com os aviões?
Pilotar um avião de grande porte a poucos metros do chão, a uma velocidade superior a 500 quilômetros por hora, e ainda assim acertar um alvo como o Pentágono com precisão cirúrgica é uma tarefa considerada no mínimo um prodígio da aviação. Pela versão oficial, essa manobra teria sido realizada pelo saudita Hani Hanjour, apontado como o terrorista que assumiu o comando do Boeing 757. Apenas um mês antes do atentado, contudo, Hanjour não conseguiu tirar do chão um Cessna 172, um avião de pequeno porte. Ele tentou alugar o Cessna, mas os representantes da locadora acharam melhor vetar a transação quando perceberam a evidente falta de familiaridade de Hanjour com a aeronave.
Outra pergunta em relação ao atentado contra o Pentágono é: já que o avião conseguiu entrar livremente no espaço aéreo da capital, Washington, por que o alvo preferencial escolhido não foi a Casa Branca, o que certamente teria um efeito muito mais devastador para a auto-estima dos Estados Unidos, além de atingir diretamente o presidente americano George W. Bush?
3. Como se explica a apatia de George W. Bush ao saber dos atentados?
A cena está no documentário Fahrenheit 9/11, de Michael Moore. Enquanto o segundo avião colidia contra o World Trade Center, o presidente americano, George W. Bush, acompanhava leituras de alunos de uma escola em Sarasota, Flórida. De repente, o chefe da comitiva, Andrew Card, aproximou-se de Bush e cochichou algo em seu ouvido. O que ele disse, soube-se depois, foi: "O país está sendo atacado por terroristas".
Ao longo dos sete minutos seguintes - uma eternidade diante das circunstâncias -, o presidente continuou ouvindo as crianças com um olhar perdido, que não demonstrava emoção alguma. Quando a cena tornou-se de conhecimento público, a pergunta que todo mundo se fazia nos Estados Unidos era: no que, afinal de contas, o presidente pensou durante aqueles minutos? Por que não interrompeu o compromisso assim que soube da notícia e procurou se informar sobre o que estava acontecendo?
Para as pessoas que acreditam no envolvimento do próprio governo americano nos atentados, Bush não precisaria ter sido avisado de nada, até porque sabia exatamente o que estava acontecendo no momento.
4. Por que os serviços de inteligência dos Estados Unidos não descobriram os planos dos terroristas?
Um mês antes dos atentados de 11 de setembro, a CIA teria alertado o presidente Bush sobre os riscos de ataques terroristas, citando especificamente a Al Qaeda, a rede comandada por Osama Bin Laden. A rápida identificação dos terroristas pelo FBI logo depois dos atentados comprovou que havia informações disponíveis sobre a maioria deles. Soube-se mais tarde que uma escola de pilotagem de Minnesota havia denunciado as atitudes estranhas de um dos terroristas, o francês de origem marroquina Zacarias Moussaoui, que queria apenas aprender a pilotar um avião sem se interessar pelos momentos da decolagem e do pouso.
Uma das teorias conspiratórias que surgiram em decorrência dos atentados de 11 de setembro diz que os planos dos terroristas já eram de conhecimento do governo americano, que apenas monitorou as ações do grupo no sentido de criar um clima favorável ao presidente Bush em suas intenções de invadir o Iraque e o Afeganistão. De fato, os ataques terroristas foram convenientes para o presidente em vários aspectos. Seu índice de popularidade pulou de 50% para 90% quando ele se tornou o líder da guerra contra o terrorismo. E a indústria de armas, uma das principais financiadoras de sua campanha à Presidência, deu pulos de alegria com as encomendas e a valorização das ações nas bolsas de valores.
5. Por que os aviões não foram interceptados por caças?
Justamente naquele dia 11 de setembro estava ocorrendo, nas proximidades da fronteira com o Canadá, uma série de exercícios militares que envolveu parte dos caças interceptadores que deveriam estar atuando nas áreas onde ocorreram os atentados. A mistura entre realidade e ficção confundiu operadores de vôos e outros profissionais ligados à segurança aérea, que demoraram a perceber que havia algo de errado quando alguns aviões sumiram do radar.
Os terroristas desligaram o transponder, aparelho que identifica o avião para os controles civis em terra. Esse ato é típico de terrorismo e indica uma grande ameaça - seria, por si só, justificativa para a interceptação. Mas nada foi feito durante mais de 20 minutos, o que deu uma confortável vantagem para os terroristas. O comando militar só teria sido avisado sobre o sumiço do vôo 77 dez minutos antes de o avião supostamente cair sobre o Pentágono.
6. Os passageiros do avião que caiu na Pensilvânia realmente lutaram contra os terroristas?
Diz a versão oficial que os passageiros do vôo 93 da United Airlines, que caiu sobre uma área rural não habitada da Pensilvânia, teriam heroicamente lutado contra os sequestradores a ponto de fazer a aeronave ir ao chão antes de atingir o alvo, possivelmente a Casa Branca. Os passageiros teriam sido informados por telefone sobre o atentado ao World Trade Center e queriam evitar que algo semelhante ocorresse - por isso resolveram invadir a cabine de comando e lutar contra os terroristas.
A suspeita natural que surgiu é que ao menos esse avião, que percorria um trajeto mais longo que os demais, foi interceptado e abatido pelos caças da Força Aérea americana. Reforça essa hipótese o fato de os destroços da aeronave terem sido encontrados em um raio de 6 quilômetros, algo que não se encaixa muito bem na versão de que o avião teria caído sem ter sido atingido.
Seria, contudo, um choque para a população saber que os 44 inocentes passageiros daquele vôo haviam sido mortos pela ação de um caça interceptador. Além do mais, no processo de reconstrução do moral do país depois dos atentados (e de convencimento da população sobre a necessidade de invadir o Iraque e o Afeganistão), seria conveniente contar com a memória de heróis pela qual valesse a pena lutar.
7. Quem se beneficiou com a destruição das Torres Gêmeas?
A companhia que administrava o World Trade Center, o Silverstein Group, havia acabado de arrendar o complexo em um contrato com 99 anos de duração. Mas já fazia algum tempo que o conjunto de sete prédios era deficitário, com muitas salas desocupadas. O primeiro passo da nova administração seria investir 200 milhões de dólares em reformas, mas os atentados acabaram poupando esse dinheiro - além de resultar em 3,6 bilhões de dólares em seguro.
A análise quadro a quadro das cenas de desmoronamento das torres gêmeas revela detalhes intrigantes: jatos de poeira que sugerem indícios de explosão, embora oficialmente sejam resultado da queda sucessiva dos andares superiores sobre os inferiores. A suspeita de uso de explosivos ganhou força em função da queda vertical da primeira torre, típica de implosões planejadas. Além do mais, algumas testemunhas relataram ter ouvido explosões antes dos desabamentos.
E como artefatos de implosão poderiam ser instalados em um lugar tão movimentado como o World Trade Center sem que ninguém percebesse? Nesse ponto, há um fato que fez a festa de quem adora teorias conspiratórias: um dos diretores da companhia que cuidava da segurança do World Trade Center era ninguém menos do que Marvin Bush, o irmão caçula do presidente.
8. Evidências foram destruídas?
O vídeo feito por uma câmera instalada no alto do Hotel Sheraton, próximo ao Pentágono, teria sido confiscado por agentes federais logo depois do atentado. Imagens registradas pela câmera de segurança de um posto de gasolina que só atende a militares também teriam sido requisitadas por representantes do governo americano. Cenas gravadas por sistemas de monitoramento do Departamento de Trânsito também não chegaram ao público.
Da mesma forma, o conteúdo das caixas-pretas dos aviões não foi divulgado - oficialmente, nenhuma das quatro resistiu às colisões. Trabalhadores que atuaram na remoção dos destroços do World Trade Center relataram, contudo, que pelo menos duas caixas-pretas foram, sim, encontradas, e que agentes federais exigiram segredo absoluto sobre o episódio.
O acesso ao entulho resultante do desmoronamento das torres gêmeas por especialistas independentes foi vetado pelo prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani. Esses especialistas poderiam avaliar a pertinência da versão de que o colapso das torres foi conseqüência do choque dos aviões e investigar a possibilidade de uso de explosivos.
9. Quem mandou antrax pelo correio?
Nas semanas seguintes aos atentados terroristas, uma nova ameaça levou pânico à população dos Estados Unidos: o envio pelo correio de esporos de uma bactéria letal, o antrax. As correspondências foram enviadas justamente a pessoas e instituições que poderiam ter algum peso no questionamento das versões oficiais do atentado, como jornais e emissoras de TV. O senador democrata Tom Daschle, que havia proposto a criação de uma comissão no Senado para investigar as perguntas não respondidas do caso, foi um dos destinatários. Vinte e duas pessoas foram contaminadas, entre funcionários dos correios e pessoas que manipularam as cartas nos locais de destino, e cinco delas morreram.
O tipo de material enviado nas correspondências era manipulado apenas em locais controlados. Investigações do FBI levaram ao nome do biólogo Steven Hatfill, especialista em armas biológicas que trabalhava em um laboratório de doenças infecciosas do Exército americano localizado em Maryland. Ele não foi oficialmente apontado como autor dos atentados - as investigações não foram conclusivas - e sempre negou ser o responsável pelo envio dos esporos da bactéria. Agora está processando o governo americano por difamação e calúnia.
10. Por que Bin Laden não foi capturado?
Quando ocorreram os atentados de 11 de setembro, 24 membros da família Bin Laden, uma das mais ricas da Arábia Saudita, estavam nos Estados Unidos, a maior parte cursando universidades. Por iniciativa da embaixada da Arábia Saudita, com o apoio do FBI, todos foram reunidos o mais rápido possível e embarcaram, no dia 18 de setembro, para Paris. A justificativa era que a integridade deles estava em risco. O jato especialmente destinado à missão passou por várias cidades dos Estados Unidos para recolher os familiares do alegado inimigo número um do país, sem que qualquer um deles fosse interrogado sobre um possível envolvimento com o episódio ou, na melhor das hipóteses, sobre a suspeita relação com o parente famoso.
No documentário Fahrenheit 9/11, Michel Moore relatou ligações antigas entre as famílias Bush e Bin Laden, inclusive em empreendimentos na área armamentista. Há quase três décadas, Bush pai teria contratado, como empresário, serviços de Salem Bin Laden, o irmão de Osama que controlava os negócios da família à época. A construtora dos Bin Laden tem relação com importantes corporações americanas e realizou muitas obras de infraestrutura no país.
Outro aspecto que nunca ficou bem explicado é como Bin Laden teria conseguido coordenar ações tão bem planejadas estando em um país com pouca infra-estrutura como o Afeganistão, a 15 mil quilômetros de distância. E como conseguiu se esconder tão bem a ponto de não ser encontrado.
Parece conveniente para o governo dos Estados Unidos manter Bin Laden como uma ameaça constante. E o terrorista foi bem camarada com Bush ao divulgar um vídeo com novas ameaças na reta final da campanha de reeleição do presidente americano.
11. Os números que compõem a data 11/09/2001 significam algo?
Esotéricos e curiosos em geral encontraram "sinais" na data dos atentados terroristas. A mais óbvia é a coincidência entre 9/11 (já que nos Estados Unidos a data é escrita com o mês à frente do dia) e o telefone de emergência conhecido em todo o país, 911. Entre os adeptos da crença no portal "11:11", que dizem ver esse número constantemente em relógios digitais e acreditam se tratar de uma senha para um portal que se abrirá aos escolhidos, a data dos atentados quer dizer algo: afinal, ocorreram no dia 11 e a soma dos algarismos do dia e do mês (1+1+9) também resulta em 11. A única falha nessa argumentação é que haveria uma forma de deixar tudo muito mais claro: bastaria os atentados terem sido realizados no dia 11 de novembro, o 11º mês do ano.


O atentado que ninguém viu 

Um dos quatro aviões sequestrados pelos terroristas em 11 de setembro de 2001 foi lançado sobre o Pentágono, de acordo com a versão oficial. Mas parece que ninguém testemunhou o ataque, deixando várias dúvidas no ar:
• Antes do dia 11 de setembro, havia uma discreta marca no gramado ao redor do Pentágono que, curiosamente, marcava a linha exata do ponto de colisão do suposto avião com o prédio. Essa misteriosa marca não era percebida do chão, mas podia ser vista em imagens de satélite.
• O gramado próximo ao local da suposta colisão permaneceu intacto, dando a entender que o avião caiu cirurgicamente no prédio – isso a mais de 500 quilômetros por hora e pilotado por um amador.
• Os destroços do avião simplesmente sumiram - inclusive as asas, que teoricamente se chocaram com uma parte do Pentágono que não foi destruída.
• Testemunhas relataram um som mais agudo e menos ensurdecedor do que o de uma turbina de avião - um som mais parecido com o de um míssil.
• Apesar da violência do choque - forte o suficiente para fazer um avião se desintegrar -, janelas localizadas a poucos metros do suposto ponto de contato entre o avião e o prédio permaneceram intactas. Até um monitor de computador pôde ser visto em uma das imagens, colocado normalmente sobre uma mesa próxima a uma das paredes destruídas.
• O rombo encontrado em uma parede interna do Pentágono tinha cerca de 4 metros de diâmetro, pequeno demais para ter sido produzido por um avião de grande porte.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

LÁPIS RARO - REFLEXÃO PARA O DIA

DOAÇÃO DE MESAS E CARTEIRAS




Em tempos de crise e de total descredibilidade política, ainda temos em quem confiar e acreditar!
Promessa feita esta semana e cumprida NESTA semana mesmo. Doações de carteiras para nossos estudantes.
Nossos agradecimentos ao Caríssimo Vereador ALEX CHIODI, em quem sempre poderemos confiar na defesa e na crença que só a EDUCAÇÃO TRANSFORMA!
Parabéns Vereador Alex Chiodi. Obrigada pelo apoio dado ao Amélio Felipe desde quando chegou em nossa cidade.
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